RELATOS PICANTES

RELATOS PICANTES

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

MINHA RUIVA (MARCIA) E O MARCENEIRO NEGRO – 02




MINHA RUIVA (MARCIA) E O MARCENEIRO NEGRO – 02
/...CONTINUAÇÃO

No Domingo, todos acordaram cedo, 7:30 hs da manhã. Fomos brindados com um belo dia de sol. A paisagem do lugar com aquele amanhecer era deslumbrante, pelo que concordamos que fizemos um excelente negócio. Mal acordamos, ao nos preparar para o café, Tonny chegou para o seu trabalho e sentou-se para tomar café conosco. Como no dia anterior, colou seus olhos em Marcia. O negão era muito safado, mas como olhar não tira pedaço, fiquei na minha e assim ficaria desde que ele não faltasse com o respeito, não abusasse com atitudes inconvenientes e fizesse o seu serviço. Marcia também dava umas olhadas prá ele pelo que eu percebia, mas procurava ser mais discreta que no dia anterior. Eu notava que Marcia sempre que olhava prá ele, olhava em seguida para os outros para ver se ninguém percebia. Numa dessas olhadas pro negão ela se virou prá mim e me viu lhe observando. Vermelhou na hora e desviou de mim seu olhar. É difícil admitir, mas pareciam que estavam flertando às escondidas mesmo. Como eu disse antes, sou muito ciumento, talvez minha imaginação em relação as atitudes dela estivesse indo além da verdade dos fatos, me acalmei. É claro que Marcia não daria vazão às possíveis investidas do Tonny e mudei os pensamentos para o que teríamos que fazer durante o dia. Terminado o café, Tonny foi para os seus afazeres. Quanto a nós, os planos eram de que eu e Marquinho meu enteado terminássemos de pintar a sala por dentro, e as mulheres se encarregassem simplesmente do almoço, podendo descansar da correria do dia anterior. Tinha muito mais coisas para fazer, mas faríamos nos próximos fins de semanas. Naquele domingo, os trabalhos seriam mais leves, até porque logo após o almoço, Marquinho, sua namorada e minha sogra voltariam mais cedo prá cidade devido a alguns compromissos com parentes do pai dele. Eu e Marcia iríamos somente ao final da tarde, isso se não ficássemos posando. Lá pelas 10:00 hs, Marcia preparou um pequeno lanche prá mim e pra Marquinho. Como estávamos quase acabando de pintar a sala, ela me pediu para acender o fogo na churrasqueira enquanto ela levava um lanche para o Tonny. Não fiz uma cara muito boa, mas não discordei. Marcia demorou uns 20 minutos para voltar, quando resolvi ver se estava tudo bem, não deixando transparecer para os outros meu desconforto. Quando eu estava, no meio do caminho Marcia aparece saindo na porta do estábulo com bandeja na mão. Aguardo ela se aproximar e pergunto se tinha havido algum problema. Ela de novo com aquele vermelhão no rosto que lhe é peculiar e que lhe denuncia quando faz alguma coisa que não considera correta, me disse que não tinha problema algum, que demorou um pouco porque esperou o Tonny terminar o café para trazer as coisas de volta, enquanto ele tomava o café contava o que já tinha feito e o que queria fazer ainda hoje, por isso demorou. Disse também que convidou ele para almoçar com a gente, que faltando uns 10 minutos para o meio dia que ele viesse prá casa principal. Assenti, demonstrando estar satisfeito com a resposta, lhe dei um beijo e voltamos para a casa principal. Marquinho, como estava no fim da pintura da sala, falou prá mim cuidar da Carne e que ele terminaria o resto. Minha sogra, apesar das dificuldades de locomoção, dispensou Marcia e a namorada do Marquinho de fazer o almoço, que se elas quisessem tomar um sol na beira da piscina estariam liberadas, o que foi prontamente aceito. Então, Marcia e Amanda foram se trocar. Marcia vestiu um biquíni e minha “nora”, vestiu apenas a parte de cima de um biquíni e um shortinho, talvez por vergonha de se expor na minha presença, sem falar que é muito tímida, ao contrário de Marcia. Enquanto a carne assava fiz uma caipirinha e levei prá elas. Minha esposa estava um tesão. Seu biquíni era um fio-dental branco e preto com a parte de cima da mesma cor, estilo cortininha, daqueles que é possível deixar os seios mais ou menos amostra, dependendo do que a pessoa que usa quer expor. Tava lá ela com aquela pele alva no sol, passando protetor solar e bronzeador, expondo aquele belo corpo. Hora era aquele rabão, hora era aquela barriga e seios prá cima. O tempo passava e eu alternando entre uma cerveja e uma caipirinha, sem exageros, mas sempre bicando uma coisa ou outra. Marquinho não tomava, pois queria pegar a estrada logo após o almoço. Poucos minutos antes do almoço, Tonny aparece na área da churrasqueira que é quase junta a área da piscina, pedindo licença em um tom de voz um pouco mais alta que seria o normal, talvez para não nos assustar com uma chegada de supetão. Ele levou um susto quando enxergou Marcia de bunda prá cima, esticada sobre uma toalha na calçada que antecede a piscina de bunda prá cima. O macacão que ele usava novamente esticou na altura da sua virillha e, pelo volume que surgiu o cara não era fraco de pica não. Notei que Marcia ao ouvir a voz do Tonny, olhou na direção de onde partira a voz dele, mudou a posição que estava deitada, ficando com a sua linda bunda prá cima e de costas prá nós, ou seja, com sua cabeça voltada para o lado oposto e seus pés para nós, daí abria suas pernas de forma que dava para ver seu fiozinho dental enterrado na bunda e na buceta. Convidei para ele sentar-se junto a mim e do Marquinho enquanto a carne ficava pronta e minha sogra preparava a mesa para almoçarmos. Minha “nora” levantou-se e foi ajudar minha sogra. Como eu disse que a carne ainda levaria mais uns 20 minutos, Marcia falou que ficaria mais um pouquinho no sol. Assim o fazia, sempre com a bunda voltada prá nós. Algumas vezes ajeitava com uma das mãos o biquíni em sua bunda, sem se importar com o estranho em nosso meio. O negão não desgrudava os olhos daquele corpão esticado na sua frente, sem muitas vezes por mais que quisesse, disfarçar sua constante ereção por baixo do seu macacão. A carne pronta, Marcia foi tomar um rápido banho. Tonny não aceitou tomar cerveja ou caipirinha, por não beber quando tem que trabalhar, aceitando um suco. Os únicos que continuaram tomando, fui eu na cerveja e caipirinha e, a Marcia, com algumas bebericadas na caipirinha, mas muito pouco. Marcia tomou seu banho e vestiu outra roupa, um bustiê branco, sem forro, parte de cima de um biquíni, deixando toda a sua linda barriga nua. Devido ao volume dos seios, o tecido quase transparente, os biquinhos dos seios ficavam bem destacados. Usava também um short até a altura do joelho, no mesmo tecido que a calça de ginástica, ligado no corpo, também branco e o detalhe que nunca falta, a calcinha fio-dental enfiada na buceta, dividindo seus grandes lábios e na parte de trás o aparente triângulo da calcinha saindo da sua bunda. Essa minha mulher não tava só me provocando, mas com certeza queria também deixar nosso contratado louco de tesão por ela, tanto que o fio-dental realmente esta atolado em sua buceta, a visão era espetacular, mesmo que quase vulgar, mas agia com naturalidade. O cara tava com tanto tesão por ela que demonstrava estar bem atrapalhado com o que fazia e com o que falava. Não conseguia tirar os olhos de Marcia, virou o copo de suco duas vezes, derrubou talheres, se perdia no assunto que era conversado na mesa e, a danada, mesmo disfarçando, dava linha prá ele. Logo que terminou de almoçar, Tonny pediu licença que teria que continuar o serviço. Então eu falei prá ele descansar um pouco antes de reiniciar a lida, prá ele pegar um colchonete que estava na garagem e estendesse no mezanino que tem no estábulo e dormisse um pouco. Ele agradeceu e saiu. Depois que todos almoçaram, Marquinho, Amanda e minha sogra que já tinham deixado suas coisas prontas voltaram prá cidade. Apanhei mais uma cerveja e me sentei na sala para assistir um DVD, enquanto Marcia terminava de lavar a louça. Sequei a cerveja e Marcia me ofereceu um café. Apanhei o café e disse que a esperaria para assistir o filme que iniciamos à noite passada, pois ainda era 13:30 hs, que daria para assistirmos primeiro o filme para depois fazermos as mudanças nos armários que não ficaram bons, o que ela concordou. Enquanto ela lavava a louça foi me dando um sono. Quando ela veio para a sala eu já estava quase dormindo, mas acordei. Não sei se pelas cervejas e caipirinhas, não muitas, mas pela mistura ou, pelo filme que foi ficando chato, acabei pegando no sono. De repente acordo com um barulho de louça caindo no chão. Tinha derrubado a xícara do café que havia deixado no braço do sofá, daí falei:- “Desculpe amor, acho que quase dormi e derrubei a xícara no chão. Pode deixar comigo que eu vou buscar a vassoura e um pano para limpar...”. Para minha surpresa Marcia não estava ali. Fui até a cozinha apanhei o material de limpeza, ajeitei a bagunça e nada da Marcia aparecer. Fui ao nosso quarto e nada, fui nas outras dependências e nada. “Ué onde foi parar essa mulher?...” pensei comigo. Olhei para o relógio e vi que a hora voou, já era quase 15:00 hs, passou-se mais de uma hora desde que sentei para ver o filme com a Marcia. Eu sai até a área da piscina e quando ia gritar pelo nome dela, me veio uma palpitação no peito, e uma sensação de angústia e fiquei quieto; fui até o lado da casa para olhar para a casa de empregado e o estábulo. De onde eu estava, não vi o Tonny ou qualquer movimento do mesmo lá fora. Respirei fundo e me dirigi devagar até lá, passo por passo, sem querer disfarçar minha presença, mas também sem fazer barulho. Primeiro verifiquei o rancho, entrei, dei uma olhada em tudo e nada. Daí, me dirigi ao estábulo da mesma forma que tinha chegado ao rancho. Faltando uns dez metros para chegar, minhas pernas tremeram com o que ouvi, eram gemidos que a cada metro que eu andava iam ficando mais altos. Gemidos que eu conhecia muito bem. Acelerei o passo sem fazer barulho, passei pelo lado do estábulo, vi que a porta principal estava fechada, então passei para os fundos onde tem outra porta, que dava para um pequeno depósito dentro do estábulo, estava fechada apenas com o trinco, entrei no maior silêncio possível. Aqueles gemidos que eu tinha ouvido já tinham me dado noção do que eu iria encontrar, mas a cena que eu vi quando entrei no estábulo, essa sim me derrubou. Eu estava a menos de 5 metros deles, e pude espreitar incógnito o que acontecia. Marcia estava em pé de frente para um alicerce, com as mãos sobre ele servindo de apoio para seu rosto não ficar diretamente esfregando no concreto. Estava com sua bunda jogada para trás. Seu short estava jogado a uns metros dela, enquanto que o desgraçado do Tonny estava com sua cara enfiada inteirinha na bunda dela. Vi que com uma das mãos ele puxava a calcinha dela pro lado enquanto a fodia com a língua. De onde eu estava a visão era muito nítida ele explorava tanto a buceta dela como seu lindo rabo, arrancando dela gemidos cada vez mais intensos e fazendo-a rebolar no rosto dele como se estivesse sendo fodida por um pau. Da boca dele e dos buracos dela saiam estalos da intensidade como ele a sugava. Entre os murmúrios e palavras desconexas dela, dava prá se ouvir nitidamente:- “Ai... que boca...., que língua gostosa...., você..., ta me castigando... ai..., isso é demais.., mais...um pouco...assim..”. Ouvindo isso o Tonny a sugava com mais vontade. Mais perdido que cego em tiroteio, olhei para os lados procurando alguma coisa que poderia usar como arma para acabar com a festa daqueles dois, então vi um facão. Com todo o cuidado peguei, fechei os olhos e rezei. Rezei para que eu tivesse uma definição do que faria. Aquilo que Marcia tava fazendo comigo era uma tremenda sacanagem, traição, ela estava jogando fora tudo que construímos juntos e os nossos planos para o futuro. Em contra partida eu a amava muito, amava muito a família que formávamos e, se eu acabasse com tudo ali, além dos dois sacanas, estaria destruindo o resto da minha vida, a vida dos meus filhos (do primeiro casamento), a do Marquinho também “meu filho”, de minha sogra e provavelmente da família daquele filho da puta. Enquanto brigava com meus sentimentos, Marcia e Tonny continuavam colocando todo o seu tesão um pelo outro prá fora. De tanto Marcia ter sua buceta e seu rabo sugados pelo negão, chegou a um orgasmo avassalador, tendo convulsões entre gemidos e até soluços que a levaram a ficar de joelhos, escorada no alicerce, por não agüentar o peso do próprio corpo em decorrência do êxtase que estava sentindo. Enquanto ela se recuperava, ele levantou-se, estava vestido naquele momento apenas com a calça do macacão, a parte de cima estava caída para trás do seu corpo, mostrando o tronco nú. Tenho que admitir, que o cara, apesar de ter aparentemente a minha idade, tava em melhor forma física, parecia até que freqüentava academia, em resumo, tava saradão e, acredito que era devido ao seu trabalho. Não tinha cara de quem freqüentava academias para malhar. Ao se levantar ele disse prá ela esperar um pouco se dirigindo ao mezanino do estábulo e apanhou o colchonete que havíamos lhe cedido e o colocou ao lado do alicerce, dizendo para ela ficar de joelhos sobre ele. Enquanto ela se ajeitava sobre o colchonete, ele puxou um caixote até o lado dela, abaixou o resto do macacão ficando só de cuecas, sentou-se no caixote e disse prá ela:- “Vem dona Marcia, mostra de novo o que essa boca sabe fazer com um pau. Hoje cedo Foi gostoso, mas foi muito rápido e não pude aproveitar como queria. Agora eu quero sentir essa boca linda e quente no meu pau”. Falando isso tirou seu pau prá fora. Olha gente, fiquei novamente surpreso, ou melhor, duplamente surpreso. Primeiro pelo fato dele ter afirmado que ela já tinha chupado o pau dele naquela amanhã, o que justificou a sua demora quando veio lhe trazer “um lanche” e, a segunda surpresa, foi o tamanho da benga do negão. Sem brincadeira nenhuma, o meu mede 17 cm, não acho pequeno, quando vi o dele calculei que devia ser quase uns 10 centímetros maior que o meu, inclusive na grossura. Nessa hora eu já tinha resolvido me acalmar. Meus pensamentos sobre o que faria e o que deixaria de fazer ficaram também para depois. Prevaleceu o amor que tenho à minha família e também à puta da minha esposa. A situação do nosso casamento resolveria mais tarde. Teríamos que ter uma conversa. Precisaríamos literalmente “discutir a relação”, precisaríamos saber exatamente o quê um sente pelo outro, na verdade, eu precisaria saber o que ela sente por mim, uma vez que eu a amo realmente. Naquele momento eu estava com muita raiva, mas sem poder de ação, assim me sujeitei a engolir minha ira e assistir aquele espetáculo de luxúria, aonde minha esposa era a protagonista. Outra coisa que martelava meu orgulho era eu estar com o pau duro vendo a minha esposa ser degustada por aquele estranho e negro. Me prendi nas cenas que estavam se sucedendo naquele estábulo. A visão era muito boa, com exceção do pequeno depósito onde eu estava que era totalmente fechado e escuro, o estábulo era bastante claro por ter grande parte da cobertura com telhas transparentes, o que dispensava o uso de lâmpadas durante o dia. Marcia foi se aproximando de joelhos tirou também seu bustiê e se posicionou entre as pernas do Tonny, pegando o pau dele com as duas mãos e o conduzindo até seus seios, prendendo-o entre eles e lhe perguntou:- Então você gostou de como eu suguei ele hoje de manhã é seu preto safado?” .Ele:- “Sim foi demais, pena que a senhora não foi até o fim!” Ela:- “Nem podia, além do Junior tinha meu filho e minha nora que poderiam aparecer a qualquer momento. Não sei como tive a coragem de chegar até onde cheguei, mas, quando entrei naquela porta, não ouvi barulho de você trabalhando, mas sim sua voz chamando meu nome, me chamando de ruiva gostosa, fui entrando silenciosamente, até ver você com essa coisa enorme e preta se marturbando, não resisti, me deu um calorão no corpo, fiquei com mina xana molhada na hora, não consegui me controlar, tinha que pegar nas mãos, tinha que saber qual o gosto e a sensação de ter um pau desse tamanho e preto envolvido nas minhas mãos e dentro da minha boca. Experimentei e gostei, tanto que estou aqui agora, aproveitando que o Marquinho, a Amanda e a mamãe já foram prá cidade. O Junior, como sempre aos domingos mistura cerveja com cachaça e cai no sono, só acordando ao final da tarde. Amo demais meu marido, mas há tempo tenho curiosidade para ter uma experiência desta. Tenho uma amiga que tem um amante negro e me fez uma propaganda maravilhosa a respeito. Ao te conhecer ontem, meu tesão foi mais forte que minha razão. Eu quero sentir você inteirinho dentro de mim”. Falando isso, Marcia, brincou mais um pouco o pau do Tonny entre seus seios, como sempre faz comigo, olhando diretamente nos olhos dele com expressão de sacana. Então ela, segurando novamente o pau dele com as duas mãos, começa lambe-lo como a um sorvete escorrendo da casquinha, debaixo para cima, ou seja, contornando o tronco do pênis com a língua até a cabeça do mesmo. Primeiro bem devagar e com bastante força, depois foi aumentando o ritmo, e ficou fazendo isso por algum tempo, até que numa dessas subidas de língua, abocanha de surpresa a cabeça do pau do cara e dá uma sugada com bastante força dando para se ouvir um estalido, em seguida, Marcia vai forçando sua boca contra o cacete do Tonny, querendo engolir o que fosse possível daquele pau enorme. Algumas vezes chegava a engasgar, mas não largava o osso, apenas, deixava o pau do cara deslizar vagarosamente para fora de sua boca e voltava a engolir com fúria aquela jeba, arrancando gemidos de tesão do Tonny, misturados com palavrões dirigidos a ela (puta, casada safada, vagabunda, adúltera). Essas palavras deixavam Marcia mais enlouquecida, mais um pouco e teria engolido todo o pau do cara, foi então que....

MINHA RUIVA MARCIA E O MARCINEIRO NEGRO – 01




MINHA RUIVA (MARCIA) E O MARCINEIRO NEGRO – 01
Ola amigos! Aqui é o Junior, o esposo ou ex-esposo de Márcia (sei lá, situação ainda indefinida), protagonistas da saga “MINHA ESPOSA RUIVA E O PINTOR NEGRO”. Para quem não leu o relato subdividido em 10 partes, apresento aqui a nossa descrição:- Eu, Junior, com 44 anos, 1,70 m, 70 kg, moreno claro, profissionalmente estabilizado (advogado). Ela, também com 44 anos, psicóloga, 1,65 m, 54 kg, ruiva natural, olhos verdes, seios naturais de médios para grandes, uma cintura e uma bunda de menina. Seria bom que as pessoas que não leram a saga, o fizessem, para ter uma completa idéia do que se passou conosco. Para aqueles que leram, venho aqui expressar como me senti desde o dia que resolvi dar um ponto final àquela situação de esposo traído encerrando um casamento de dez anos até então perfeito. Confesso amigos, está muito difícil esquecer daquela safada mesmo tendo uma nova namorada também ruiva, muito linda e tão boa quanto Marcia numa cama. Talvez os dez anos de convivência com Marcia, aliados a dor e ao inconformismo de ser traído pela pessoa a quem depositou toda a confiança e a quem julgava ter o controle sobre sua vida (coisas do machismo) estão tornando mais lenta a superação do problema. Como são as coisas! Eu me achava o senhor da situação, sempre fantasie e até comi mulher de outros (dava minhas escapulidas), mas jamais abriria a mão de minha esposa para que esta se entregasse para outro homem e, de repente, descubro que minha ruiva, tinha a maior tara por homens negros e bem dotados, vindo a me trair dentro de nossa casa, de nosso quarto, chegando ao ponto de tentar me deixar entorpecido para transar com dois negros na minha presença. Lendo o último capítulo da Saga “MINHA ESPOSA RUIVA E O PINTOR NEGRO – PARTE 10”, constatarão que me “separei” de Marcia, mas mesmo assim, ainda transo com ela em algumas oportunidades, haja vista que a danada sabe que sou tarado por ela e ainda insiste que me ama, mesmo tendo sua tara (homens negros). Confesso ainda que sempre que estou sozinho, sem minha nova namorada, assisto os vídeos que fiz de Marcia transando com o pintor negro e as orgias feitas até com um irmão daquele na minha própria casa. Me masturbo muito vendo aquelas cenas. Por esse tesão que não sei explicar, pois fui o traído na história, comecei a imaginar situações vividas por Marcia, seus “amantes” e comigo envolvido nas estórias. Aqui vai a primeira, espero que apreciem e façam seus comentários:-
“Oi pessoal! Podem me chamar de Junior, 1,70 m, 70 kg, moreno claro, profissionalmente estabilizado (advogado). Sou casado com Marcia, uma linda mulher, ruiva natural, cabelos um pouco abaixo da altura dos ombros, olhos verdes brilhantes, 1,65 m de altura, 54 kg, seios médios para grandes, cintura fina e uma bunda muito linda, em resumo um corpo de violão, psicóloga. Temos 44 anos, mas ela parece ter no máximo uns 30, batendo muita mulher mais nova que ela. Vivemos muito bem, e até o fato que vou passar a narrar, acreditava que um completava o outro em tudo, inclusive na cama. Achava que a satisfazia plenamente, como ela faz comigo. Dentro de quatro paredes ela é uma autêntica puta, me leva a loucura. Sempre fiz de tudo para satisfazê-la também, pois eu a amo muito. Como nós dois gostamos muito de sítio, de vida no campo, conseguimos com muito custo comprar uns dois alqueires, localizado a uns 15 km da nossa cidade. É uma chácara bem montada, tem uma casa com três quartos, dois banheiros, sala, cozinha, churrasqueira. Tem também um pequeno rancho que serve de moradia para caseiro localizado a uns 50 metros da casa principal, e mais ao fundo, um pequeno estábulo, este distante a uns 80 metros da casa principal. Com a compra desse sítio, eu, Marcia, minha sogra, meu enteado e a namorada deste, toda a sexta feira, depois do trabalho nos mandávamos para lá. Tinha muita coisa para arrumar, pois os antigos proprietários tinham abandonado aquele paraíso. Quando compramos, sabíamos que gastaríamos um bom tempo até deixar tudo em boas condições, porque o estado de conservação das benfeitorias existentes estava muito ruim. O esforço valeria a pena, o lugar era muito lindo. Eu e Marcia principalmente, tínhamos planos até de residir lá, a estrada era toda asfaltada e de carro daria uns 20 minutos indo devagar para chegar e vice-versa. Era servido de luz e água não era problema. A casa principal só precisava de uma pintura, coisa que eu e meu enteado faríamos sem maiores problemas. O rancho que serviria de casa para um “possível” caseiro e o estábulo eram os mais deteriorados, precisando de uma pessoa que conhecesse de trabalhos de pedreiro e de marcenaria. Sendo assim, por recomendação de um amigo meu, contratei um senhor negro, mais ou menos da minha idade, deveria ter quase dois metros de altura, reforçadão, sem aquela barriga da cerveja que geralmente caras da minha idade tem, um cara simples, mas muito educado. O nome dele é Tonny. Como ele faria o serviço por fora, pois é trabalhador fixo numa empresa, combinamos que ele faria os trabalhos aos finais de semana e feriados, mas sem pernoitar no sábado para domingo, era casado e tinha família. Ao apresentar ele para Marcia num sábado pela manhã, quando ele chegou para seu primeiro dia de trabalho, fiquei meio puto da cara, pois o negão comeu minha mulher com os olhos. Percebi que ele ficou de pau duro pelo grande volume que surgiu por baixo do macacão que usava, e nem se preocupou em disfarçar, estendeu a mão para ela enquanto a encarava depois de olhar ela de cima a baixo. Marcia meio que vermelhou, mas também olhou diferente para o negão. Vi um certo brilho em seus olhos, brilho esse que eu conheço e me deixou meio preocupado, além de que notei que os bicos de seus seios ficaram visivelmente espetados por baixo da roupa que usava. Marcia é muito linda e, quando estamos em nosso canto, ou seja, quando estamos somente nós (nossa família) ela gosta de se vestir muito a vontade, na verdade ela sabe que eu gosto de vê-la com roupas que mostrem seu corpo, então naquele dia, ela estava usando uma calça preta dessas que as mulheres usam em academia, ligada ao corpo, destacando suas coxas e bunda bem torneadas, usava por baixo uma calcinha fio dental enfiada na buceta e na bunda. Na parte da frente percebia-se a divisão dos grandes lábios de sua buceta e por trás dava prá ver a marquinha do triângulo da calcinha que se formava acima do seu reguinho. Usava também uma camiseta branca de malha que ia somente até o seu umbigo, deixando seu ventre de fora. Não estava usando sutiã, o que se percebia pela quase transparência da camiseta que usava, ficando em destaque as auréolas rosadas e os lindos mamilos de seus volumosos seios. Daí entende-se a reação do negão ao colocar os olhos naquele monumento de mulher. Mostrei ao Tonny o que eu queria que ele fizesse e por onde gostaria que começasse. Disse-lhe que quando precisasse de alguma coisa era só pedir, que se sentisse fome ou outra necessidade poderia vir até a casa principal e se servir do que precisar. Que lhe levaríamos lanche, mas independente disso poderia vir até em casa a qualquer momento. Enquanto ele trabalhava no rancho e no estábulo eu meu enteado continuávamos com a pintura da casa e limpávamos a piscina. Marcia e a namorada do enteado cuidavam de limpar as dependências e organizar armários. Minha sogra que eu gosto muito, por problemas de saúde fazia serviços menos cansativos. Trabalhamos que nem loucos naquele sábado. Tonny foi embora às 19:00 horas e, ao se despedir de nós, deu mais uma comida com olhos em Marcia, fazendo questão de dar-lhe a mão e encará-la de frente. A cena da manhã se repetia, só que agora ele segurou a mão dela por alguns segundos a mais. Ela também ficou fitando ele até cair em si de que tinha outras pessoas ali e disfarçou, mas o vermelhão que surgiu no rosto demonstrou seu constrangimento. Notei novamente que o Tonny estava de pau duro. Dela só dava prá perceber o brilho mal intencionado dos seus olhos verdes, pois estava agora de sutiã e com uma camiseta mais larga, mas eu conheço o brilho enfeitiçador daqueles olhos e sei que estava excitada e, quando ela olha daquele jeito sei também que está pedindo para ser comida. Ela faz assim comigo. Com certeza quando o Tonny recebeu aquele olhar sentiu a mesma coisa que eu sinto, que ela estava querendo mais que um aperto de mão. Amigos! Fiquei indignado com aquela situação. Aquele cara estranho ali na tua casa encarando tua mulher de pau duro e ela provocando o negão, com aquele olhar safado como tivesse desafiando ele a tomar uma atitude, foi como se tivesse levado uma paulada na cabeça, eu estava tonto, não sabia como agir. Amava muito Marcia e nos dez anos que estávamos juntos nunca havia agido assim. Sou seu segundo esposo e acredito que além do primeiro marido, ela só teve a mim como homem, sendo uma esposa fiel. Naqueles minutos, procurei me controlar para não criar um clima pesado. Eu sou um pouco ciumento, daí pensei que poderia ser exagero meu em ver coisas aonde não existia e logo ele foi embora. Disso tudo, levei o maior susto, quando percebi que eu também tinha ficado de pau duro com a situação, afinal que sentimento estava se passando comigo. Ao irmos deitar, Marcia vestiu uma camisolinha branca transparente, mostrando aqueles lindos seios redondinhos rosados e bicudinhos pedindo para serem sugados. Usava também uma calcinha fio dental da mesma cor. Foi até a porta do quarto trancou, desligou a luz principal, deixando somente o abajur acesso. Seu lindo corpo contrastava com a penumbra do quarto, criando um clima de tesão. A danada fez que iria ajustar o aparelho elétrico para repelir pernilongos que fica por trás de uma poltrona e vira aquela bundona, me pergunta se não teria problema deixar ligado. Apesar o meu cansaço, não tinha como não ficar de pau duro com aquela cena, me vindo também na cabeça o tesão que senti mesmo sem querer ao ver o negão ficar excitado com ela e ela com ele. Marcia foi se aproximando devagar, puxou minhas cobertas, colocou uma das mãos no meu peito evitando que eu me sentasse. Foi me beijando o tórax e foi descendo, passando por meu umbigo até chegar na altura do meu pau. Começou a mordiscá-lo por cima da cueca. Gemendo de tesão tentei me sentar, mas ela não deixou. Me tirou a cueca e passou a lamber meu pau de baixo para cima e de cima para baixo, até engolir uma das minhas bolas e passar a sugá-la. Ela permitiu que eu me sentasse e se ajeitou na cama de forma que enquanto sugava minhas batatas poderia lançar aquele olhar enfeitiçador e de fêmea no cio diretamente nos meus olhos, exatamente aquele olhar que dirigiu ao Tonny por duas vezes naquele dia. Naquela hora eu mandei o ciúme para as cucuias, eu tava mais era curtir o que a puta da minha esposa tava fazendo com meu pau. Em seguida ela tira minhas batatas da boca, me dá mais uma olhada e abocanha meu pau, sugando com muita força. Eu tive que pedir para ela parar se não iria gozar em sua boca, que ela tava me judiando demais e não tinha me deixado fazer nada. Ela disse que eu não faria nada, que somente ela iria curtir comigo, então, ela puxa sua calcinha pro lado e senta sobre o meu pau, o qual embora não seja muito comprido (17 cm) é muito grosso, entrou facilmente, pois ela estava ensopada, resultado do tesão que tava sentindo. Ela sentando de frente prá mim, faz com que eu deite novamente as costas na cama e começa a cavalgar intensamente no meu pau. Para aumentar o tesão dela, eu estava quase estourando e queria que ela gozasse junto comigo, comecei a enfiar meus dedos em seu rabo, coisa que sei que a deixa muito louca. Foi fazer isso, ela começou a gemer muito, a falar palavras desconexas, a jogar a cabeça prá cima e a morder os próprios lábios, ela estava enlouquecia e dizia:- “Ai amor, ai amor, ai meu cachorrão, que gostoso esse quentinho”. Daí a segurei pelas ancas e comecei a forçar também meu pau de baixo para cima, no compasso das cavalgadas dela, aumentando mais seus gemidos. Quando estávamos para gozar, pois ambos já não agüentávamos segurar mais, ela começa a falar:- “Isso meu macho,...isso meu cachorrão, ...come sua mulherzinha come,... eu vou gozar...., ta muito bom..., eu vou gozaaarrr, tooooo....gozaaanndoooo...meu neegãooo gostoooosooo...”. Ela gozou como nunca. Eu também gozei muito. Aquele fogo dela me incendiou. A buceta dela ficou contraindo e soltando meu pau por vários minutos. Fazia muito tempo que eu não sentia Marcia com esse tesão, um tesão que me contagiou. Passado alguns minutos, ela caiu sobre mim, nos beijamos gostosamente e como se quisesse me dar alguma explicação, talvez por ter se tocado que me chamou de negão na hora do seu gozo (nunca me chamou assim), começou a dizer que me amava muito que eu era o homem da sua vida, assim ficamos trocando palavras de carinho até dormirmos. Embora não tenha falado nada prá ela, senti que realmente ela estava com segundas intenções com o Tonny e eu não sabia como resolver isso....

...Continua/

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

A profissão de minha mãe. 03/??



Já se passaram muito tempo desde o início dos incidentes. Ainda estou no ensino médio e minha irmã Clara também. Já Liccy está fazendo faculdade de jornalismo. Nesse tempo todos entramos de férias e desde o ano passado minha mãe nos prometeu uma viagem para irmos visitar minha avó em uma cidade do interior. A mais velha não poderá ir porque ainda está em aula na universidade.
Era tarde da noite de uma quarta-feira e já estávamos de partida. Minha mãe pediu um táxi para nos deixar. Era mais ou menos duas horas de viagem. Se sairmos agora, chegaríamos de 21:00. Quando ela pediu o táxi, vi algo que me deixou muito desconfortável.
- O táxi chegou, meninos ! Ela gritou da porta.
- Já estamos indo, mãe, já vai. Disse Clara empurrando suas coisas
- Ajude ela, né?! João.
- Tudo sou eu aqui, ai ai...
Quando saí pela porta tive uma surpresa. Aquele mesmo carro preto, que dias atrás parou e um homem desceu. Sem dúvidas, era ele. Quando olhei para o motorista, era o mesmo homem. Será que minha mãe ainda está em “serviço” com ele? Ao entrar no carro dei bom dia e me sentei no banco de trás. Todos se acomodaram e saímos rumo à casa da minha avó.
Pude notar que o carro era belo. Bancos acolchoados e um cheiro de algo novo dava uma sensação de tranquilidade. Mas logo se foi quando o motorista fez a seguinte pergunta:
- Então, onde vamos passar as férias?
- Aqui, nesse papel tem o endereço. Entregou minha mãe.
Espera. Ele também vai? Como assim? Achei que era só nós três, agora tem mais um?
- Mãe. Cuchichei no seu ouvido. – Quem é esse homem? Ele vai com a gente?
- Ele é um grande amigo de sua avó.
- Ah, entendo.
Mentirosa! Acho que ele deve ter pagado para ir, mas não sei o motivo. A viagem até que foi agradável, tirando o fato que esse cara veio com a gente. Chegamos na casa da minha avó. Era uma casa simples de dois andares, rua de calçamento e a pintura era azul com duas grandes janelas embaixo e em cima, e a porta era no meio. Entramos e já fomos cumprimentos pela minha avó.
- Ah, Marta, você está mais nova ainda. Disse uma senhora de aproximadamente 60 anos que se locomovia com dificuldades.
- São seu olhos, mãe.
- Vejo que trouxe visitas, quem são essas três belas pessoas?
“Grande amigo da minha avó” Sei, viu. Tão amigo que nem o reconheceu.
- Esses são meus dois filhos, João e Clara, e esse é Bernardo, nosso motorista.
- Ah, que legal. Sentem-se, meninos lá em cima tem um quarto para vocês.
A casa em si não era velha, mas tinha vários móveis antigos e uma luminária que deixava a casa com um clima de museu de coisas velhas. Também tinha uma escada de madeira com um tapete vermelho no meio dela, como em filme. O mais legal é que quando você subia ou descia pela escada, falo pela escada mas não tem outro meio de subir ou descer, ela fazia uns rangidos bem filme de terror mesmo. Ao subir havia um corredor com várias portas. Ela falou a segunda à direita. Entramos e era um quarto enorme e com uma casa de casal. Teríamos que dividir o mesmo quarto com a minha irmã.
- Ahhh, eu durmo do lado da janela, viu?
- Só porque você é mais velho acha que manda?
- E não? Pulei e me deitei, ela deitou logo depois.
- Ei, João.
- Fale.
- Eu sei o que você faz com a mamãe quando não estamos em casa.
Ein? O que? Como assim? Ela percebeu algo ou ela viu? Como assim?
- Como assim, Clara? Tentei não parecer surpreso.
- Sei o que vocês têm feito quando não estamos em casa.
- E o que você acha que temos feito?
- Parece óbvio, não?
- Claro que não, né? Ela é minha mãe.
- E por que estão transando?
Agora ferrou de vez. Se minha mãe saber que Clara sabe tô ferrado.
- É verdade, nós nos amamos de uma maneira que apenas a relação de mãe e filho não é suficiente.
- Entendo.
- O que você vai fazer com essa informação?
- Nada.
- Nada, como nada?
- Nada. Apenas quero que você faça algo para mim.
- O que?
- Faça comigo o que você faz com ela.
- O queeeeeeeeeeeeee?
- Você ouviu: faça isso comigo.
- Você é minha irmã, claro que não.
- Então eu vou dizer para todos o que mãe e filho têm feito.
Já não basta ter que transar com minha mãe, agora vou ter que fazer com minha irmã? Até que não é tão ruim, mas eu não sinto atração por ela, sabe? Ela tem seus treze anos, seios pequenos e sua bunda é mediana. Tem cabelos pretos e é um pouco mais baixa que eu.
-Sabe, eu sei que a mamãe tem enormes peitos, peitos muito grande, e um bundão incrível. Disse ela subindo a mão para minha coxa.
- Não posso, Clara. Não fico excitado com você.
- Poxa, você e a mamãe transando não é excitante? A pratica de incesto sempre me excita. Sabe, sempre me masturbei pensando em você, irmão.
- Você o que?
- Sempre tive uma quedinha por você, e você fazer com minha mãe me deixou com ciúmes.
- Você se lembra a última vez que você fizeram?
- Não.
- Tem certeza?
- Sim
- Interessante, porque seu amiguinho diz o contrário.
Que safada. Ela me fez lembrar da minha mãe e a nossas tranzas para que eu me excitasse. Meu deus, o que eu estou fazendo? Ela tirou a mão da minha coxa, se levantou da casa e foi em direção à porta. Achei que ela ia sair e ir até minha mãe, mas ela foi trancar a porta do quarto. Que maldição, ou não, ou não.
- Agora você é só meu.
- Eu o que?
Ela tirou a blusa e mostrou um sutiã preto, pôs as mãos atrás das costas e tirou o sutiã. Para minha surpresa os peitos dela era exatamente igual ao da minha mãe, só que em uma versão menos, mas não menos excitante.
- Então, não vai liberar ele?
Ok, vou jogar o jogo dela e vamos ver o que ela é capaz de fazer. Tirei minha roupa toda, fiquei pelado com o meu pau na mão, latejando.
- Nossa, ele é maior do que eu esperava, adorei.
Ela se aproximou de mim e ficou em cima de mim. Pegou meu pau e com o polegar e o indicador apertou suavemente a cabeça do meu pênis. Não sei o motivo, mas eu dei um gemido baixo de tanto prazer. Ela olhou para mim e disse:
- Faça silêncio, não quero que outras pessoas descubram nosso segredo.
- Hmm, ok.
Ela agarrou meu pau e levou a mão direita à boca e cuspiu nela e pôs na cabeça do meu pau, começando a me masturbar enquanto a outra mão apalpava seu próprio seio. Que safada, ela sonhou todo esse tempo em fazer sexo comigo, nunca imaginei. Tudo bem, vou jogar o jogo dela. Segurei a mão dela, parando a deliciosa punheta e pedi para que ela tirasse o shortinho. Ela se levantou, virou-se para mim e abaixou todo o restante da roupa, mostrando aquele bumbum durinho e moreninho por causa do sol. Quando se virou para mim mostrou sua bucetinha sem nenhum pelinho, acho que por causa da idade. Com treze anos e já tem fogo no rabo assim ?!
- Meu deus, que delícia.
- Ainda bem que gostou.
Segurei nos ombros dela e joguei ela na cama. Abri as pernas dela e contemplei aquela paisagem que só de pensar já me deixa excitado aqui também. Ela olhou assim para mim e disse “Chupa tudo”. Nossa, caí de boca chupando aquela pepeca maravilhosa. Estava com um cheiro de sabonete bem suave e seu clitóris quentinho pulsando na minha boca. Fui ainda mais ousado, com o dedo indicador coloquei na abertura de seu cuzinho e como resposta ganhei um gemido delicioso, gemido esse que era de coisa nova, algo que ela ainda não experimentou.
- Não sabia que você chupava assim, que delícia.
- Agora quero que você me chupe.
- Vai ser um prazer.
Deitei de lado e ela também. Abri as pernas dela e apoiei a cabeça na coxa dela. Enquanto chupava ela pude abaixar a cabeça e ver aqueles lábios carnudos encostando na cabeça do meu pau. No começo fazia de um jeito estranho, por falta de experiência, talvez, mas depois já chupava muito, tanto que a baba escoria pelo lençol da cama. Segurei a cabeça dela e dei belas estocadas com meu pau em sua boca. Ela babava muito.
- Agora eu quero ele em mim. Disse ela me levantando e fazendo eu me sentar com as costas apoiadas na parede em cima da cama.
Ela veio. Como meu pau estava todo babado, já facilitou um bocado. Ela encachou e deslizou. Fiquei sem ar de tão gostoso. Ela começou a subir e descer e seus peitos pequenos passando em minha cara. Ela estava meio que na posição do sapo, só que cavalgando no meu pau e babando pelo canto da boca de tanto prazer, eu acho. É, a carne é fraca.
- Não aguento mais.
- Goza dentro, vai.
- E se der problema.
- Eu já tomo anticoncepcional.
Quando disse que iria gozar ela cavalgou mais rápido e mais rápido. Uma sensação rápida dos pés à cabeça me ocorreu. Quando ia gemer, um gemido muito alto de puro prazer, ela colocou a mão na minha boca e abafou. O mais excitante é que ela continuou cavalgando mesmo após eu ter gozado. Ela se levantou e uma cascata de porra caiu em minha barriga.
- E essa cara de bobo?
- Bobo? Depois disso eu tô acabado.
- Hahaha, mais tarde eu quero na boquinha.

É, a carne é realmente fraca.

A profissão de minha mãe. 02/??



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1
Um dia se passou desde o ocorrido com minha mãe. A ficha ainda não tinha caído. Sempre que eu pensava no que tinha rolado eu ficava de pau duro. Mas eu queria mais, queria prova-la toda.
Acordei, já de manhã, com minha mãe falando com minhas irmãs. Ela percebe que eu estou descendo as escadas e vira o olhar. Acho que ela ficou com a consciência pesada por ontem. Claro, pensei, sou o seu amado e único filho.
- Bom dia, João.
- Ah, bom dia, mãe.
- Então... é.... sobre ontem...
- Não quero mais falar sobre isso, foi um momento de fraqueza. Algo que não deveria ter acontecido.
Poxa, achei que ela tinha gostado, deve ter gostado, mas se sentia culpada. Também me deixava triste. Mais tarde tentei falar com ela. Eram umas 18:00 e estava frio. Ela estava assistindo TV de camisola. Aproximo sem fazer nenhum barulho, e sento do lado dela.
- Ah, é você ?!
- Mãe, tenho algo para falar com a senhora.
- O que?
- Eu adorei o que aconteceu ontem com a gente.
- Já conversamos sobre isso, não quero mais falar.
- Mas mãe
- Não e ponto.
Meus pensamentos se entrelaçavam e caíam. Queria fazer algo mais com ela, mas sem que ela se sinta culpada. Com a morte do meu pai, ela se sentia só, não arranjava namorado por causa que ainda amava meu pai.
- Sei como você se sente. Sente falta de um homem.
Ela começou a chorar, mesmo com os olhos vidrados na TV. Estava certo, afinal de contas ela era uma mulher, ela precisa de um homem.
- Sei que sou seu filho mas posso substituir o papai.
- Não, você não pode.
- Por que?
- Porque você é meu filho.
- Mas posso ser algo mais.
Sabia que ela queria isso tanto quanto eu. Mas se sentia culpada por achar que meu pai era o único homem que ela tinha se relacionado. Me aproximei mais dela. Pedi para que ela colocasse a cabeça dela em meus ombros. Ela obedece e eu começo a fazer cafuné. Ela se vira para mim e fala:
- Sabe, sobre ontem, eu adorei.
- Eu também, mãe, eu também
Meu pau já estava explodindo dentro da roupa. E para piorar ela estava com uma camisolinha que deixava seus seios fartos à mostra.
- Vejo que alguém mais está animado.
- Desculpa, não consigo me conter.
- Tudo bem.
- Pode fazer algo a respeito dele?
- Que safado.
Ela se vira para mim e levanta a sua camisola mostrando seu belo corpo e seus grandes peitos. Olho surpreso.
- Pode pegar se quiser.
- Claro.
Ela segurou na minha mão e colocou sobre o seu peito esquerdo. Quando peguei ela mordeu os lábios. Comecei, então, a fazer movimentos giratórios ao redor do bico e ela se retorcia. Decidi ser mais ousado: me aproximei com a boca e suguei aquele bico rosado lindo. Ela gemeu de prazer. Enquanto eu chupava os peitos da minha mãe, ela vira e pede para ficar pegando nele enquanto mamo nela. Tiro toda minha roupa e ela começa a uma punheta maravilhosa. Quanto mais eu chupava mais ela gemia e mais eu me excitava.
- Devagar, mãe. Posso gozar assim.
- Então quero chupar ele agora.
Ela pediu para que eu me levantasse e ficasse na frente dela. Ela pega com uma das mãos e levanta o meu pau para a perto do umbigo. Começa a chupar minhas bolas. Primeiro a esquerda e depois a direita. Ela chupava maravilhosamente, era uma delícia. Soltou meu pau e me chupou feito um animal. Chupava tão forte que se lambuzava toda com a própria saliva e molhava os seus peitos. Afastei ela com as mãos e dei um grande beijo em sua boca.
- Não se preocupe, agora eu sou seu homem. Disse enquanto olhava nos olhos dela.
Deito ela no sofá, abro as pernas dela. Começo beijando os seios, vou descendo até a barriga e depois até o seu grelo. Bem rosadinho e sem nenhum pelinho. Parecia que estava em um filme adulto de tão perfeito. Ela se contorcia e gemia ao mesmo tempo que com as duas mãos fazia pressão sobre sua buceta com minha cabeça. Até que finalmente...
-Ah... Vou gozar, meu amor... Ahh
- Goza, mãe... Goza...
Ela gozou deliciosamente. Fica um tempo nostálgica, olha para mim e fala.
- Agora vou transformar você em um homem.
Ela vira e fica de quatro. Aquela buceta maravilhosa e aquele cuzinho vermelhinhos só para mim. Com minhas mãos abertas eu apalpo aquela bunda gigante. Levo meu dedo até a boca e lambuzo ele de saliva e enfio em seu cuzinho.
- Aí não, é muito dolorido.
- Tá bom, mãe.
- Põe seu pau na minha buceta.
- Certo.
Me posiciono meio sem jeito próximo a sua buceta, e com a ajuda dela ela posiciona corretamente e eu a penetro. Acho que foi uma das melhores coisas que me aconteceu. Uma sensação incrível, indescritível, pulsou em meu corpo. A minha frente, minha mãe rebolando em meu pau e gemendo feito uma cadelinha.
- Mãe? Você está aí?
Sabe aquele ditado que diz que tudo que é bom dura pouco? Pois é. Por infelicidade do destino, minhas irmãs que saíram para as compras decidem voltar mais cedo.
- Rápido, vá para o seu quarto que eu vou me banhar. Mais tarde a gente faz mais.
- Mas, mãe. Eu estava quase gozando.
Então ouço o barulho de chaves abrindo a porta. Era minhas irmãs.
- Me faz gozar rápido, mãe.
Ela já com a camisola vestida começa a me punhetar rapidamente. Não podia demorar. Minha irmã estava na porta e minha mãe e eu, nus, os dois.
- Vou gozar, mãe....
- Goza nos meus peitos, goza.
- Ahhh.

Só tive tempo de gozar. Elas entraram em casa e eu e minha mãe saímos correndo para o banheiro, tomar um banho.

A profissão de minha mãe. 01/??



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Meu nome é João, tenho 15 anos e moro no interior de São Paulo. Não precisam saber muito sobre mim, apenas que odeio chuva, odeio mesmo, pelo fato que tenho que sempre me trocar quando sou apanhado por uma. Tenho duas irmãs, uma de treze anos e uma de dezoito anos, chamadas Clara e Liccy, respectivamente. Minha mãe se chama Marta, coroa de quarenta e um anos, viúva. Meu pai morreu cedo e deixou minha mãe para cuidar de nós três. Sempre percebi que minha mãe trazia muitos homens à noite para seu quarto e sempre ouvia ela gritar, me cobria com medo, por achar que esses homens batiam nela. Após dois anos percebi que minha mãe era paga para fazer sexo com esses homens. Mas aconteceu algo que nunca esperei.
Descendo as escadas rumo à cozinha, minha mãe fala:
- Você não via vir tomar café, não? Irá se atrasar para a escola.
- Não tem aula hoje, mãe.
- Como não? Suas irmãs já foram e você não.
Percebi que ela ficou um pouco irritada por saber que não iria para a aula hoje. Antes de descer as escadas percebi que havia um carro preto parado do outro lado da rua. Sabia que ela iria fazer outro programa e por isso não queria ninguém em casa. Sempre fazia de noite, mas de manhã foi novidade.
- O que você vai fazer o dia todo? Perguntou ela.
- Não sei, acho que vou dar uma volta no parque, volto para o almoço.
Ela balançou a cabeça e pediu para eu ir me arrumar rápido. Subi as escadas, entrei no banheiro e liguei o chuveiro. Sentei do vaso e comecei a pensar o porquê que minha mãe faz isso, ela não poderia simplesmente arranjar um namorado.
Terminei o banho e desci. Vi que ela estava no mesmo lugar da cozinha que antes, talvez esperando que eu me arrumasse. Desci as escadas já pronto e saí pela porta da frente. Ao chegar na esquina, me escondi e fiquei observando. Um homem velho, com um físico esbelto saiu do carro e entrou na minha casa. Fiquei um pouco em choque porque sabia o que ela fazia mas nunca tinha certeza total. Nesse momento tive a pior decisão da minha vida.
Em passos lentos, entrei em casa e subi para meu quarto. O quarto de minha mãe é do lado do meu, por isso que eu conseguia ver os barulhos. Pouco tempo depois eles começaram a fazer os barulhos que se assemelhavam a gemidos. Meu coração começou a bater forte. Fui me aproximando do quarto dela e aumentavam os gemidos. Até que eu olhei pela fechadura. Minha mãe estava de quatro e o senhor estava enfiando seu pau nela, enfiava com tanta força que fazia um barulho que parecia um tapa. Minha mãe gemia e babava. Pude perceber que o pau do senhor era pequeno, então minha mãe estava fingindo sentir prazer. Escorreguei e bati a palma da mão no chão, fazendo um eco incrível. Fiquei extasiado, ouvi:
- O que foi isso? Disse uma voz de homem
- Eu não sei, acho que foi o gato. Disse minha mãe. Termine logo e vá.
Ainda em choque, saí de casa. Passei horas andando e pensando sobre o que tinha acontecido. Não conseguia acreditar, a minha ficha ainda não caia. Minha própria mãe, uma pessoa que eu sempre amei, sempre foi carinhosa comigo e com minhas irmãs, fazendo esse trabalho sujo.
Na hora do almoço, como combinei com ela, decidi voltar para casa. Não sabia o que fazer, não sabia como iria encara-la depois de ter visto ela assim, nessa situação. Entrei em casa, ela estava assistindo TV na sala. Sentei do lado dela. Ela olhou para mim e disse:
- Quando você saiu, você voltou para casa para pegar algo?
- Não, por quê?
- Nada não.
Ela estava mentindo, sabia que tinha sido eu, mas não demonstrava. Minhas outras duas irmãs chegaram e almoçamos todos juntos. Ao terminar a refeição subi para o meu quarto e fui pensar sobre as coisas vistas. Meia hora depois alguém bate na porta do meu quarto, e adivinha quem era? Minha mãe. Ela entra no quarto e fecha a porta. Olho para ela extasiado e com medo. A essa altura já sabia o que ela iria me perguntar. Ela olha de volta e faz a seguinte pergunta:
- O que você viu, hoje mais cedo?
- Nada, saí e só voltei agora. Por que?
- Não se faça de tolo, eu sei que você andou me bisbilhotando.
- Não, mãe, não olhei nada não.
- Como não? Eu olhei pela janela do meu quarto e encontrei você saindo de casa apressado e confuso.
Ela viu mesmo, caramba. Não sei o que fazer. Vou pedir desculpas e vou falar que isso nunca mais vai acontecer.
- Desculpa mãe, esqueci de pegar algo no quarto e ouvi alguns barulhos no seu quarto e decidi ver o que estava acontecendo. E vi você fazendo sexo com um homem.
- Olha filho, o que eu faço diz respeito somente a mim. Após a morte de seu pai eu não consegui mais arranjar nenhum emprego, não possuía nenhuma qualificação profissional e era totalmente dependente de seu pai. Minha única solução foi fazer sexo em troca de dinheiro.
Confirmei minhas dúvidas, ela era uma prostituta.
- Posso te fazer uma pergunta, filho ?
- Claro, mãe.
- Você ficou excitado ao me ver fazendo sexo?
- Claro que não, você é minha mãe, como ficaria?
- Apenas uma pergunta, calma.
Quando olhei pela fechadura mais cedo, o choque foi tão grande que não percebi que tinha ficado excitado. Excitado com a própria mãe. Minha mãe é uma senhora magra, fazia academia até esses dias, mas parou por falta de tempo. Possui seio fartos e um bumbum de fazer inveja a qualquer menina de dezoito anos.
- Olha, eu posso fazer algo especial para o meu filhinho querido.
Ela se sentou ao meu lado e olhou para mim enquanto sua mão direita apalpava minha coxa. Já nesse estado meu pau estava dilatado e pulsando forte. Ela subiu a mão e agarrou ele com força e fez um movimento de masturbação.
- Mãe? Isso não é errado?
- Será o nosso segredinho. Ok ?
- Ok, mas mãe....
Ela desabotoou minha bermuda e viu meu pau. Tava muito duro. Ela pegou com a mão e começou a subir e a descer. Estava quase ficando louco, minha própria mãe fazendo isso. É um sonho ou um pesadelo?
Ela encerrou quando ouviu Clara chamar o nome dela. Olhou para mim e disse que mais tarde iria dar um presentinho.
Depois disso, meu pau não desceu mais. Passou quinze minutos e ela veio novamente no quarto. Fechou a porta.
- O que Clara queria?
- Nade demais, apenas o dinheiro que eu prometi pra ela. Onde estávamos.
Tirei a bermuda e a camisa, ficando totalmente nu. Ela disse que iria fazer o mesmo. Tirou a blusa azul que ela sempre vestia em casa, e deixou a mostra os seus peitos, grandes peitos, empinadinhos, até difícil acreditar que estava em ótimo estado mesmo com a idade. Sentei na cama e ela veio por cima de mim.
- Sabe, sempre tive desejo por você. Acho que é porque você se parece muito com seu pai.
- Ah, mãe.
- O que vamos fazer aqui, fica aqui.
Ela desceu com a boca, do meu pescoço à minha barriga. Agarrou meu pau e deu um beijinho na cabeça rosada dele.
- Haha, apenas um beijinho, ok?
- Por favor mãe, chupa ele pra mim?
- Quer que a mamãe chupe?
- Quero.
- Então tá bom.
Ela engoliu meu pau com tanta vontade que pensei que estivesse em um filme pornô. Estava ali olhando minha mãe chupar meu pau, subindo e descendo. Ela pegou minha mão e pediu para que eu apalpasse os seios dela. Assim fiz. Ela continuou chupando e chupando. Até que....
-Mãe, vou gozar.
- Goza pra mamãe, goza.
-Mããeeeeeee.....
Enquanto gozava ela chupava minhas bolas e batia até não ter mais nenhuma porra. Ela olhou para mim, se levantou, colocou a roupa e falou:
- Primeira e última vez, nosso segredo morre aqui.

Deitei, ainda nu. Meus pensamentos estavam confusos. O que tinha acontecido? Minha mãe me fez gozar com um boquete dela. Adorei.

Meu Primeiro Anal com o Papai





Olá Pessoal, aqui estou para contar a vocês mais uma das minhas experiências excitantes com o Papai. Bom, no conto de hoje vou relatar as experiências anais. Depois das primeiras Fodas, comecei a imaginar aquele pau grosso e grande na minha bunda.
O papai queria fazer sexo anal em mim, eu até que queria, mas tinha medo, aos poucos nós nos entregamos ao desejo. Em uma tarde estávamos “dando uma Foda Básica”, Chupei bastante aquele pau enorme até senti-lo em minha garganta, Papai acariciando meus seios e beijando meu pescoço falou ao meu ouvido: “Vamos Tentar eu não coloco tudo”, imaginei aquele pau entrando em minha bunda, sabia que iria doer, mas ele falou que tínhamos xilocaina liquida e Vaselina, então...
Ele passou com o dedo xilocaina no meu cúzinho e vaselina em seu pau, fiquei deitada de lado e “devararinho” foi me penetrando, na hora a xilocaina não fez efeito nenhum, porque senti aquele pau rasgando meu cúzinho.
Depois disso pedi que mudássemos de posição, foi quando fiquei de quatro e ele elogiava a todo o momento a minha bunda, dizendo que era grande e durinha ao mesmo tempo dava uns tapinhas para que ela ficasse vermelhinha. Não conseguia sentir tanto prazer, pedi para fazermos outra coisa e ele topou. Tirou do meu cúzinho que estava bastante aberto e ardendo muito, começamos então a nos beijar, ele elogiava muito meu cúzinho e minha bunda.
Ele colocava e tirava bem rápido na minha buceta que estava toda molhadinha, sem que eu esperasse colocou rápido no meu cúzinho, gemi de dor e de prazer por ter aquele pau rasgando meu cúzinho.
TEMPO: “Vou dar uma foda agora, pois o tesão esta me comendo por dentro”. VOLTEI: só de lembrar fiquei toda molhadinha e o Papai não me da folga toda hora quer me foder e eu gosto MUITOOOO”
...Voltando ao conto:
Papai chupava meus seios e passava seu pau com vaselina neles, naquele momento sentia aquele pau lisinho entre meus seios e relando em meu queixo, passava a língua naquela cabecinha e já não sentia mais o meu cúzinho arder, estava gostoso aquele vai e vem em meus seios.
Senti minha Buceta bem molhadinha, queria que ele colocasse em minha buceta, mas no vai e vem ele logo gozou, enchendo meus seios e rosto de Porra. Ficamos abraçados por um tempo e fomos tomar banho. Logo ele queria mais, e me ensaboando voltou a colocar na minha buceta.
Alguns dias se passaram e enquanto tomávamos banho Papai pediu para que o deixasse por no meu cúzinho, falei que não tinha gostado muito da primeira vez, mas ele disse que teria cuidado. Tentamos mas o seu pau era grande e mesmo estando cheio de sabonete eu sentia certo incomodo, por isso minhas relações anais não duravam muito tempo e terminávamos com o papai gozando na minha bunda. Quando falávamos em sexo anal eu ja falava que preferia durante o banho, porque me sentia mais relaxada sentindo mais prazer.
Durante nossas ”ferias”, passamos mais tempo juntos, portanto fizemos mais sexo, não importava o local e nem o horário, tinha dia que Fazíamos sexo de três a quatro vezes ao dia. Com isso me sentia mais solta e relaxada para o sexo anal, algumas vezes conforme a Excitação sentia aquele pau duro em meu útero, ou então sentia choque conforme a força.
Ele cavalgava em mim, segurando-me pelos cabelos e dando tapas em minha bunda, me fazendo gozar de tanto tesão e prazer. De vez em quando nós fazemos dupla penetração com um pênis de silicone que comprei, mas esta é outra historia que contarei no próximo conto.