RELATOS PICANTES

RELATOS PICANTES

sábado, 14 de novembro de 2015

OS PEDREIROS DO VIZINHO

OS PEDREIROS DO VIZINHO

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Olá, meu nome é Isabela sou casada, morena clara, alta, boca grande, cabelos pretos longos, 1,73 de altura, 70 quilos, tipo falsa magra, da cintura para baixo toda grande, ancas largas, meus seios são pequenos do bico grande, tenho 35 anos atualmente.
Quando eu tinha 18 anos de idade morava com meus pais e meu irmão de 15 anos no Rio de Janeiro em Jacarepaguá, nossa casa ficava em um vila recém criada, em que só tinha a nossa, minha avó por parte de mãe e minha tia que moravam em uma casa atrás da nossa. Lá pelo mês de maio começou uma obra perto da nossa casa uns 300 metros depois de curva, onde existiam vários homens trabalhando, logo no primeiro dia o proprietário perguntou ao meu pai se ele poderia ceder a Água do nosso poço, que ficava na frente da casa, meu pai deixou e falou a noite que o dono da obra era muito rico e só viria na obra de 30 em 30 dias, mais os trabalhadores ficariam direto todos os dias.
Eu e meu irmão toda manhã quando íamos para a escola, passávamos em frente a obra todos os dias, ninguém mexia com agente, no final do mês de junho eu fiquei em recuperação na escola e meu irmão não, meu pai ficou zangado e disse que só o meu irmão iria passar as férias em Minas Gerais na casa da minha tia e assim aconteceu, Foram meu irmão e minha vó para lá, fiquei em casa com minha tia verônica tomando conta de mim durante o dia enquanto os meus pais trabalhavam., Eles saiam de casa as 05:30 hs e chegavam lá pelas 18:00 horas.
Logo no primeiro dia com minha tia, fui para escola sozinha, estudei até as 10:00 h, mais ou menos e voltei para casa, no caminho quando passei enfrente a obra olhei e vi um homem mijando no mato perto da tal obra, aquilo me chamou a atenção e parei, ele tinha um pinto grande e demorou um pouco para acabar, quando ele acabou, comecei a andar, um outro homem que apareceu do nada no mato disse gosta de ver menina, eu sai correndo para casa, mais não falei nada com minha tia.
O segundo dia, terça feira: Segurando com as mãos.
No outro dia de manhã eu quando passei enfrente a obra o homem que falou comigo me deu bom dia e acenou com a mão, eu falei oi e apertei o passo. Na volta quando eu entrei na reta da obra já fiquei nervosa, minhas pernas tremiam e não sei se foi por curiosidade ou reflexo, que quando eu passei enfrente ao local onde vi o homem mijando, olhei na mesma direção e senti um calafrio porque ele estava lá e agora de frente com o pinto todo exposto balançando. Fiquei paralisada estática olhando aquele homem, quando um homem pegou forte no meu braço me puxou para fora da rua e disse, venha saia dai sua tia pode aparecer e me levou por uma trilha para perto do homem, onde fiquei parada olhando assustada e me tremendo toda. Logo apareceu um terceiro homem moreno forte, enorme que devia ter uns 2 metros de altura olhou para mim e já foi desabotoando a bermuda e arriando as calças, nossa se eu achava o pinto do outro homem grande, fiquei de boca aberta vendo agora, o deste homem, pendurado, passando do meio das coxas muito grosso, o homem que me puxou para perto deles tirou o material escolar da minha mão e me empurrou, até eu quase encostar naqueles homens.
Fiquei parada meus olhos não desviavam do pinto daquele homem grande, meu corpo tremia, quando ele então, pegou minha mão e me fez segurar no pau dele, fiz o braço forte mostrando negativa, porem não adiantou, ele disse segura com a mão e aperta ela menina, eles fizeram um cerco envolta de mim, e eu tive que segurar um pinto em cada mão, o grandão dizia o que eu tinha que fazer tipo aperta, mexe com a mão para cima e para baixo, eu obedecia tudo que ele mandava e fui sentindo que o homem menor ficou com o pau ereto e voltado para cima, mais o homem grande, o pintão ficou maior mais grosso duro, mais não levantava muito.
Depois de um tempo assim o homem grande perguntou esta tudo bem e se eu esta gostando só balancei a cabaça afirmando que sim, eu naquela época já era bem grande, já tinha 1,71 de altura, bem desenvolvida. Eu fiquei fazendo aquilo com aqueles homens durante um bom tempo, quando o homem grande falou fica tranquila menina aqui minguem vai te machucar, quero que agora você pegue as suas coisas e vá para casa, não fale nada a minguem e amanhã você volta estaremos aqui te esperando, devolveram as coisas, um homem foi na frente viu se a rua estava livre, e mandou eu sair do mato. Ninha casa fica a cerca de 300 metros da obra e tem uma curva que não da para ver da minha casa do matinho que eu saia, passando enfrente a obra mais dois homens falaram esta tudo tranquilo menina pode ir. Quando entrei em casa fui direto para o banheiro é habito que tenho e quando tirei a calcinha estava toda melada com um caldo transparente, tomei banho almocei e fiz tudo normalmente, mais não parava de pensar naquilo tudo.
O terceiro dia, quarta feira: A defloração vaginal, oral e anal.
No outro dia sai cedo fui para a escola e logo que passei na obra já me deram bom dia e quando passei na frente da trilha o homem grande estava parado e disse, olha no início da vila botei um vigia para tomar conta de você na ida para escola, quando você voltar estaremos aqui. Como eu estava de recuperação a aula acabou cedo 09:00 o normal era 12:00, logo que sai do portão de escola eu já estava tremendo e nervosa, até a entrada da vila eu tinha que andar uns 40 minutos, durante o caminho eu não sabia no que pensar, mais alguma coisa me empurrava para aqueles homens, mal entrei na vila já vi de longe um dos homens sentado na entrada da trilha, assim que ele me viu correu em direção a obra e voltou, fazendo sinal que estava tudo bem, quando eu cheguei perto, logo pegou o material que estava na minha mão e me mandou entrar na trilha, com se estivesse em transe segui na frente fui até a entrada de um galpão de madeira grande onde tinham vários colchões e um fogão com panelas.
Entrei já com as pernas bambas e suando, logo entraram mais 4 homens, trancaram a porta, porem o homem grandão não estava lá, um deles tirou a roupa e veio para a minha frente, outro começou a me alisar por traz todo o meu corpo, desconsertada, instintivamente segurei o pinto do homem que estava nu á minha frente, todos se aproximaram e tiraram as roupas, dois deles tinham um pinto grande bem grande, mais não gigantesco como o daquele homem grandão, logo estava rodeada e minha roupa sento retirada, eu aceitava tudo passivamente, fizeram um fila na minha frente me ajoelharam sobre um colchão, um homem já colocou o pinto na direção da minha boca e me mandou chupar e disse para eu segurar em cada mão um pinto, 2 homens atrais de mim me alisavam o corpo em um total de 5 homens, um deles foi para o meio d colchão e ficou deitado de barriga para cima, o pinto dele deveria ter uns 22 cm bem grande, e disse vem menina chupa aqui e deixa eu lamber a sua boceta, os outros homens logo me colocaram sobre ele, senti a língua quente e me lambendo e tipo sugando minhas carnes da boceta, um dos homens empurrou a minha cabeça para baixo na direção do pauzão e falou abre a boca e tenta engolir o máximo menina, obedeci e logo senti uma tora passar pelos meus dentes e me engasgar na garganta, quase vomitei, e puxei a cabeça para cima e fui impedida por um dos homens que controlava o tempo e profundidade que eu ficava com aquela coisa na minha boca, sem contar varias mãos me acariciando.
Em um momento um dos homens me girou e eu fiquei agora chupando o homem de quatro com a bunda e a boceta livres e ouvi um cara dizer, essa menina tem um bocetão do caralho olha só pessoal, já se posicionando atrás de mim, pincelando o pau na minha boceta e cu, senti duas mãos abrirem minha bunda quase me rasgando no meio, quando eu ameaçava negar um cara empurrava a minha cabeça com força contra o pau do homem que eu chupava e segurava , em ato reflexo eu empinava a bunda para trás e em uma dessas, o cara que estava pincelando, enfiou o pinto na minha buceta e foi forçando, me segurando pela cintura me puxando contra ele, nossa meu corpo estremeceu e eu apertei o pinto do homem que eu chupava, o homem que colocou falou, essa menina engoliu o meu pau todo até o talo, já teve ter tomado pica antes, e começou a fazer movimentos de vai e vem, eu senti um calor e comecei a chupar cada vez mais forte o pinto do homem que estava na minha boca.
Depois de um tempo senti o pinto do homem sair de dentro de mim rápido e entrou outro, agora fazendo movimentos fortes contra a minha boceta como se fosse uma maquina, me chamou de bucetuda, me xingou de égua, me dando estocadas durante uns 10 minutos e logo trocou por ouro homem que bateu na minha bunda e disse, segura menina que agora vou te arrombar, eu já estava totalmente dominada e disposta a fazer tudo com aqueles homens, fiquei parada logo senti ele começar a entrar, ele disse empina essa buceta vai, eu empinei e fui puxada para trás, ouvi um urro e uma voz falar caralho que xereca funda e larga do caralho já foi até o saco, o cara que eu chupava falou, mete com força nesta puta, quero comer ela bem arrombada.
Esse cara que metia na minha buceta, ficou um bom tempo me estocando, tirando tudo e metendo de novo com força, eu comecei a me estremecer e gemer. Forçaram a minha boca conta o pinto que eu chupava e senti tocar na minha garganta, ouvi falarem ela vai gozar continuem a forçar, engasguem ela, meu coração disparou, comecei a me contorcer, sentindo todos os meus músculos se contorcerem, contrai todo o meu corpo, fechei as pernas, tremendo junto, foi o primeiro gozo da minha vida, que parecia que não acabava nunca, segurada pelas por duas mãos enormes e com um pau grande dentro de mim, tendo espasmos de contração do meu corpo, ficaram todos parados eu fui me acalmando e senti um dos homens me alisando o rosto falando calma menina, calma. Ainda tremendo um pouco o homem que estava deitado falou, que gozada menina virou até os olhos, quero meter e gozar também. Ele levantou encostou a minha cabeça no colchão, de modo que eu ficava totalmente de quatro e aberta, o cara que estava dentro de mim parado disse vou gozar quero gozar, mais na buceta dela não dá, e tirou o pau de dentro, me dando um tapa na bunda e dizendo chupa, vou te dar leite.
Logo o cara que eu chupei colocou em mim, como se fosse um animal, dizendo se começar a tremer bucetuda, não vou ter pena não, repetindo toma, toma, toma eu estava toda melada já. pingando, logo o homem que me fez tremer veio de deitou embaixo de mim e me encheu a boca com seu pinto, não sei como agüentei aquilo tudo, o pinto dele era da cabeça pequena normal, mais do meio para baixo era muito grosso, ele forçou e senti a cabeça passar a minha garganta, ele tirava e botava até a garganta, me segurando pelos cabelos e disse vou te avisar quando eu for gozar chupa fundo, o cara de trás metia forte, e disse vamos fazer ela gozar de novo e depois gozamos nela, todos me alisavam apertavam meu peito, e derrepente alguém começou a puxar o meu grelo com força quase arrancando, isso me deixou maluca e novamente o meu corpo todo esquentou, comecei a gemer e me contorcer mais forte que antes gemendo, fiquei totalmente fora de controle, sentia minha buceta se contrair e a minha boca forçada ao extremo, lembro que o cara de trás não parava parecia um animal, mandando eu gozar, acho que desfaleci em gozo porque, não sei o que aconteceu, voltei a mim eu estava toda encolhida em posição fetal em cima do colchão e todos e olhando e alguém falando calma, calma menina, foi mais um gozo descontrolado quase ou uma convulsão.
Me sentaram no colchão me acalmaram e falaram, vamos gozar agora, fica de quatro vai, meu corpo ainda tremia, porém a vontade de continuar continuava mais forte, ficando apenas sem forças por causa das contrações, obedeci me posicionei e falaram, essa gosta de fuder para caralho esta fudendo 5 picas direto sem parar, goza e quer mais, outra qualquer já tinha corrido, já sentido um deles alisar minha bunda e a entrada do meu anus, dizendo vou colocar nesta buceta, quando eu estiver gozando vou só colocar a ponta no seu cu e gozar dentro dele, o homem do pinto maior veio para minha frente e também começou a se punhetar para eu ver, míngüem encostou em mim, só um começou a introduzir em mim na buceta dizendo buceta larga do caralho e começou a fazer movimentos rápidos cada vez mais rápidos , e anunciou o gozo, tirou e forçou um pouco no meu cu e urrou forçando cada vez mais, abriu a minha bunda com as mãos, e disse toma esse leite toma, ficou um tempo parado e tirou o pinto de dentro, e disse ela guardou tudo dentro caralho, um a um foi gozando no meu cu do mesmo jeito, só colocando a cabeça do pinto dentro, o ultimo foi o com o pau grande e muito grosso no final, que disse, não vou meter nesta buceta outra vez não, abre este cu, que vou colocar a cabeça punhetar o meu pau só com a cabeça dentro, mandou eu empinar a bunda e empurrou a cabeça que foi fácil porque eu já estava meio aberta, em vez de se punhetar, ficou tirando e colocando a cabeça dentro de mim, até que falou vou gozar menina, e foi me puxando contra ele e empurrando devagar, porem sem parar, senti ele latejar dentro de mim, e sem tirar foi me deitando de barriga para baixo e ficou sobre mim, dando estocadas fortes, virou minha cabeça de lado e me deu um beijo na boca com uma língua grossa e grande, arriando o peso do corpo sobre mim e ficou dando umas estocadas na minha bunda e disse rebola menina vai esse seu cu guloso esta cheio e com muita porra dentro, depois de um tempo foi tirando de dentro de mim, dizendo, fica de quatro para a porra descer para as suas tripas, vai levar ela para casa, para lembrar da gente, os outros homens já estavam se vestindo, saíram quase todos só ficando o ultimo a gozar e o que me levou para o quarto, mandaram uma tolha molhada, ele passou no meu corpo, fez carinho na minha bunda, e disse vai menina linda veste a sua roupa, já esta na hora de ir para casa.
Me arrumei, sai da casa de madeira, como no outro dia um homem foi comigo na trilha, quando cheguei na rua, aquele homem enorme de quase 2 metros estava em pé lá, e veio, até a mim e disse, toma este remédio aqui para agente poder gozar na sua buceta aqui uns dias, já sabe, não fala nada com míngüem vai para casa, obedeci e comecei a andar, quando já estava quase na curva para ver a minha casa um homem me disse sua tia esta no portão fica espeta, vai direto para o banheiro para não vazar nada, quando vi minha tia, ela estava varrendo o portão fui direto para o banheiro e saiu muita coisa de dento de mim, minha buceta estava toda vermelha, tomei um banho e coloquei um vestido porque toda hora eu ficava melada e meu cu quando eu passava o papel meus dedos entravam nele de tão aberto e cheio de caldo.
Minha tia me chamou, dizendo que queria falar uma coisa séria comigo, fiquei branca, e ela disse, Isabela você já esta na hora de guardar alguns segredos, hoje o meu namorado vai vir até aqui de moto, para eu sair com ele, você vai ficar em casa sozinha, eu chego antes dos seus pais, não vai falar nada para eles, perguntei aonde a senhora vai com ele, respondeu, coisa de homem mulher, quando você tiver um namorado vai fazer também, falei para ela ficar tranquila.
Deitei na cama a tarde, e não parava de pensar em tudo que aconteceu, minha xereca não parava de ficar molhada, minha bunda ardia um pouco e toda hora eu tinha vontade de ir ao banheiro, passei a noite rolando na cama ardida e pensando em tudo aquilo.


Meu Amigo Pintudo Estourou A Buceta da Minha Namorada

Meu Amigo Pintudo Estourou A Buceta da Minha Namor


A festa da fraternidade estava divertida, eu estava pra la de embriagado e deitado em um sofá, minha namorada, uma menina linda e inocente estava junto a mim.
Ela: Como você se sente amor??…já podemos ir embora???
… Espera um pouco meu amor… me deixa descansar uns 10 minutos!!!
Ela: Tudo bem… só 10 minutos… meus pais podem se preocupar comigo!!!
Fechei meus olhos para descansar quando entra Carlos, meu melhor amigo e se sentou em frente e perguntou se eu estava bem e ela descreveu a situação.
—Porque você não senta aqui do meu lado e deixa
ele mais a vontade? Pediu Carlos a minha namorada.
Miriam de pronto aceitou, fiquei deitado e eles ali sentados em minha frente.

Quero dizer que Carlos é meu melhor amigo desde a infância, é negro, sempre se destacou nos esportes do colégio, tem um corpo definido e sempre conquistou as garotas mais bonitas da turma.
Ficaram a conversar por um tempo, ele lhe ofereceu uma bebida, ela aceitou, coisa que achei rara, pois ela pouco bebia, de repente apaguei por uma hora, acordei com uma gargalhada de minha namorada.
—Quieta senão vai acorda-lo!!! Alertou Carlos.
Ela: Está bem, mas já esta tarde tenho que ir embora!!!
—Não…por favor…espera mais um pouco!!!
Ela: Está bem, mas tenho medo que ele acorde e nos ouça conversando sobre isso!!!
Esta parte me intrigou, a luz estava apagada para que eu pudesse descansar, o recinto apenas estava um pouco iluminado pela luz do cômodo ao lado, abri um pouco os olhos e fiquei com os ouvidos em alerta a escuta-los.
Ela: Eu acho que você está mentindo!!!
—É sério…eu transei com a Amanda e ela até chegou a chorar!!!
Ela: Porquê???
—Primeiro me disse que estava doendo muito…e depois porque gozou como uma louca!!!
Ela: Não acredito!!!-
Estavam falando de sexo…minha namorada e eu algumas vezes conversávamos desse tema e sempre terminávamos transando….estávamos a três anos juntos e com o compromisso de casarmos no próximo ano e me causou um certo desconforto aquela conversa entre eles.
Pouco a pouco o tema da conversa foi cambiando para o tamanho dos pênis e comparações e quando Carlos disse o tamanho do seu ela novamente gargalhou e não acreditou.
Ela: Seu mentiroso…isso não existe…é impossível!!!
Depois começaram as perguntas indiscretas, a esta altura Miriam já havia bebido algumas doses de vinho e estava totalmente relaxada, ela foi inteirada por ele que lhe fascinava ver as calcinhas das meninas.
Ela: Porque você gosta disso???
—Porque é muito excitante!!!
—Tanto é que posso te dizer que a sua calcinha é branca!!!
Miriam ficou sem graça e vermelha…se vestia muito sexy, com uma mini-saia preta e uma blusinha amarela…porém ao sentar-se deixou mostrar sua pequena lingerie.
Não demorou muito e o maldito estava passando a mão na coxa de Miriam e logo chegou até sua calcinha e com o dedo roçava o fino pano que cobria sua bucetinha.
Ela: Não…pare com isso…tira sua mão dai…seu mentiroso!!! disse ela arrancado a mão dele dentre suas coxas.
—Mentiroso porquê??? exclamou ele.
Ela: Porque você não pode ter um tão grande assim!!!Disse ela já mareada pelo vinho.
Ele com as mãos gesticulou o tamanho de seu pau…ela esboçou uma gargalhada marota e safada.
—Calada…você vai desperta-lo!!!alertou ele novamente a ela.
Ela: Ele está desmaiado…não se preocupe!!!
—Te faço uma proposta…se te provar que meu pau é deste tamanho que te falo você me dá sua calcinha de presente???
Por um instante pensei em acabar com aquela putaria…com certeza ele iria romper minha namorada ao meio..me senti excitado e deixei a coisa transcorrer normalmente para ver até onde ia.
Miriam por um instante ficou pensativa.
—Vamos lá Miriam…e dai…se não provar a você o tamanho dele podes pedir um castigo a mim!!!
Ela: Está bem!!!
Jamais pensei escutar aquelas palavras e menos ainda o que meu amigo estava fazendo comigo.
Sem levantar-se do sofá, ele abaixou seu jeans e emergiu seu monstro…Miriam deu um gemido de espanto e tapou seu rosto com as mãos.
—Olha para ele Miriam…!!! exigiu ele todo orgulhoso.
Ela não se atreveu a olha-lo, ele arrancou as mão do rosto dela e obriga-la a contemplar seu majestoso pau a principio ela estava assustada, mas aos poucos se acalmou.
—Não é do tamanho que te disse???
—Do Alam é assim???referindo-se ao tamanho de meu pau.
Ela: Não…claro que não…o seu é quase o dobro do dele!!!
Ele continuou acariciando seu monstro e ela hipnotizada não tirava os olhos dele.
—Quer pegar nele???sugeriu pedindo para que o punheta-se.
Ela: Nãooooo…você tá louco…meu namorado está aqui…não tá vendo???
Sua recusa me deixou orgulhoso…mas seu timbre de voz denotava que estava um pouco bêbada e excitada…ele pegou sua mão e levou até seu cacete, pensei que ela rejeitaria, porém não, primeiro apenas tocou com um dedo, porém pouco a pouco se deixou levar e começou a acaricia-lo devagar e com confiança.
Assim passaram alguns minutos, até que ele pediu para que ela tirasse a calcinha…ela se levantou um pouco e abaixou-a até o meio de suas coxas e voltou a sentar-se.
Minha namorada é branca, de cabelos negros, suas coxas são grossas e sua bucetinha estava peludinha naquele dia…Ele começou a toca-la com um dedo e ela seguiu agarrando seu pau porém agora com toda mão.
—Quer coloca-lo em sua bucetinha???Pediu ele todo excitado.
Ela: Nãoooo!!!
—Deixa vai…então só no meio das coxas…deixa???
Com seus braços fortes ele a agarrou…beijou sua boca…aos poucos ganhou sua confiança e esfregava sua pica grossa por toda extensão de sua bucetinha e quando encaixava ela fechava as pernas e o empurrava.
Ela: Aaaaaaahhhh…nãoooooo….o que você está fazendo????ela o advertiu, não faz isso não…por favor!!!
—Deixa vai,,,so vou colocar um pouquinho…só quero ver se ela está quentinha!!!
Ela: Não…você vai me machucar…é muito grande e grosso!!!
—Não vou te machucar não…quero so sentir ela molhar a cabeça do meu pau!!!
Ela: Você promete que não vai dizer nada para o Alam???
—Claro sua bobinha…porque iria dizer???
Ele voltou a esfregar seu colossal cacete na bucetinha de minha lindinha, estava prestes a fodê-la…a rasga-la …e eu ali ao lado com o pau duro e excitado.
Mmmm… aammm….!!!gemia ela.
—Você tá gostando???
Ela: Sim muito!!!
Sua bucetinha estava encharcada e clamava por uma pica grossa e dura.
—Posso meter a cabeça!!!
Ela: Não por favor…não….você vai me matar…é muito grossa!!!
Ele parou por um instante as investidas, puxou a calcinha que estava na altura de suas coxas e a arrancou…porém ela tentou persuadi-lo a não continuar com aquilo.
Ela: Por favor vamos parar por aqui…chega!!!
Sua bucetinha agora ficou totalmente sem proteção…ele abriu suas pernas e colocou sobre seus ombros deixando-a toda arreganhada.
Ela: Aahhh… aiiiii… Não faz isso não…!!!suplicava ela.
—Pega ele e coloca na portinha…se te machucar eu tiro!!!
Ela assim o fez…devagar ele começou a forçar…até que começou a entrar.
Ela: Nãooooooooo…por favor….tiraaaaa….tá doendo!!!
—Só a cabecinha minha boneca!!!
Ela: Você vai me deixar toda aberta!!!
—Não minha querida…com o tempo ela volta a se fechar…confia em mim!!!
Ela: Aiii nãooo...
Após convencê-la, com um único golpe ele alojou aquela cabeçorra grossa nas entranhas de minha namoradinha.
Ela: Aiiiiiiiiii… Aiiiiiiii… por favor… você está me estourando!!!
—Que delicia de buceta apertada você tem…está pegando fogo…você tá toda melada!!!
Depois disso ele continuou a meter vara para dentro dela…Miriam estava toda empalada e aberta e não tinha resistência para defender-se daquele vigorosa penetração, tombou sua cabeça para trás e fechou os olhos.
Ela: Por favor Carlos para…por favor é muito grande…já entrou tudo???
—Claro que não…ainda falta muita pica para entrar em você!!!
Ela levantou a cabeça e quase que infartou, ao ver aquela coisa grossa entalada em sua bucetinha.
Ela: Chega Carlos…por favor para…já estou muito aberta!!!
Devagar ele foi metendo tudo, todavia quando faltavam alguns centímetros ele se deteve, pois por mais que forçasse não entrava mais, com certeza havia chegado ao limite fisico de minha namorada e se chocado com seu útero.
Ighhh… aaaghh… mmmm.. Carlos chega…tira dai…!!!
—Você tá bem apertadinha heim…minha putinha linda!!!
Ela: Mmmghhh aaaaiii por favor ta me rasgando…por favor!!!
A voz de minha namorada se transformou, e por seus seguidos gemidos sabia que estava tendo um orgasmo.
Ele seguiu metendo agora com força e vigor.
Ela: Aiiiiiiiiiiiiiii…arde, mas ta gostosoooooo!!!!mete vai…mete!!!
—Você tá gostando???
Ela: Sim, mas já chega….já chega!!!
Ele empurrou com força até o fundo e segurou e pude ouvir seus urros como descarregava uma carga de pôrra, ela gemeu alto sentindo seu útero banhar-se de sêmen quente…ele descarregou os testículos dentro da covinha de Miriam.
—-Aaaaaaaaaaaaa!!!Puta do caralho…que gostosooooooo!!!
Mesmo empalada podia se perceber escorrer porra pelos lados de sua buceta arregaçada…deixou um pouco dentro e logo tirou…a vagina de meu amor estava rota…vermelha e escorria sêmen.
Ela teve trabalho para levantar-se e quase não fechava as pernas, ele a ajudou a colocar a calcinha e depois me despertaram…fui carregado pelo cara que comeu minha namorada e me levaram para casa.
Depois de uns dois meses Carlos foi embora para os Estados Unidos…depois de algumas semanas, Miriam me confessou o que havia acontecido…me pediu perdão…disse que havia saído com ele mais uns dois meses e transado umas 50 vezes e que ele havia rompido seu cuzinho virgem…a fiz contar com detalhes como havia deflorado seu ânus…foi excitante os detalhes de como ele socou todo aquele cacete grosso e comprido dentro de seu rabinho e enchido de porra suas tripas…um ano depois nos casamos e temos um filho de um ano e alguns meses.

Corno manso

Corno manso

Olá, meu nome é Anderson, tenho 35 anos, 1,75m 80kg.
Sou casado a três anos com a Monica, uma mulher única. Ela tem 22anos, 1,70m 65k bem distribuídos em um corpo de quadris largos e cintura fina, com uma bunda chamativa e seios lindos, longos cabelos escuros contrastando com a pele branquinha e um rosto com traços marcantes brindados com olhos azuis que enfeitiçam e um sorriso malicioso e encantador.
Praticamente todos os homens q tem contato com ela se apaixonam, pois além dessas características físicas ela ainda tem uma simpatia proporcional à sua beleza.
Sou extremamente ciumento e tenho muito medo de que ela se apaixone por outro, pois todos dão em cima dela e muitas vezes me sinto inseguro ( me sentia).
A aproximadamente um ano passei por uma experiencia que foi decisiva para minha vida.
Tudo começou numa segunda feira, trabalho como gerente de projetos numa multinacional e constantemente estou viajando para outras cidades, estados e até outros paízes. Naquele dia tinha uma viagem agendada para o norte do brasil e saí de casa as 7h da manha, pois passaria no escritorio e depois iria para o aeroporto. quando estava chegando no escritorio percebi que havia esquecido a passagem aerea no pequeno escritorio q temho em casa, dei meia volta e retornei para casa, com o transito lento cheguei em casa as nove da manhã, dexei o carro na rua e entrei pela porta da frente para nao fazer barulho, pois nao queria acordar minha mulher que não trabalha e havia passado a noite acordada navegando pelas redes sociais e certamente dormiria até as duas da tarde.
Moro em uma casa ampla de dois pisos, com os quartos e o pequeno escritorio na parte superior, entrei pela sala sem fazer barulho e subi pelas escadas até o largo corredor q da acesso aos comodos, fui até o escritorio, peguei a passagem e ao sair percebi q havia deixado a porta do nosso quarto semi-aberta, me aproximei para fecha-la e a cena q vi me paralizou, vi minha mulher só de camisola abraçando e beijando na boca cara q fazia a manutenção da nossa piscina, observei aquilo imóvel sem conseguir raciocinar e fazer alguma coisa, nao acreditava no q estava vendo, meu coração pulava e lentamente me escondi e fiquei espiando pela fresta da porta enquanto tentava acreditar q aquilo realmente estava acontecendo. Pensei em acabar c aquilo mas logo decidi deixar para ver até onde aquilo iria, e de nada resolveria eu intervir, pois certamente nao era o primeiro encontro deles, então, corno eu ja era e uma vez mais nao faria diferença...
Fiquei observando e vi a vontade com q ela agartava ele, ele levantou a camisola dela e pude ver q ela estava sem calcinha, num puxão para cima a camisola dela foi arrancada e ela ficou toda nua e sem constrangimento nenhum, tive então a certeza de que nao era a primeira vez q se encontravam. Ele vestia um calção de banho e uma camiseta e logo vi o volume e minha mulher nua acariciando o pau dele, passou a mao para dentro do calção enquanto ele tirava sua camiseta e num sorriso de safadeza ela puxou o pau dele para fora e foi descendo beijando seu peito ate ficar de joelhos na frente dele e de modo calmo e carinhoso envolver o membro duro dele com sua boca. Senti um grande desânimo ao ver a minha linda mulher se entregando gratuitamente, com tanta facilidade a um malandro aproveitador e ela estava se deliciando com aquela situação, ele tinha o corpo atletico e um pau maior q o meu, ela ficou chupando ele por alguns minutos até q ele levantou ela e a empurrou caindo de costas em cima da cama, ela soltou um grito de susto e ele se ajoelhou ajeitando as pernas dela sobre seus ombros e perguntou:
-O corninho nao deixou nada aqui dentro né?
Ela respondeu dizendo:
Ele nao procurou no fim de semana e eu fiquei na minha esperando por hoje.
Me dei conta naquela hora do tesão de mulher q eu tinha nas maos e nao estava comendo direito.
Ele abocanhou a bucetinha lisinha dela e ela entrou em delirio, vi ela gozar duas vezes em menos de dez minutos, ela gemia de um jeito como eu nunca tinha visto...
Pouco depois ela subiu para o meio da cama e ele foi por cima dela na posição papai mamãe, parou nos seios dela chupando com carinho e deixando ela louca, de repente ela abraçou ele e puxou ele p cima dela beijando sua boca e abraçando-o com suas pernas, com movimentos que imploravam para qie ele a penetrasse, gelei ao ver que aquele cara de sorte estava prestes a entrar naquela bucetinha linda e gostosa que estava toda molhada por ele e desejando loucamente recebe-lo. Nem conclui meu pensamento e o pau dele estava dentro dela e ela gemia como eu nunca tinha visto.
A imagem daquele cara possuindo minha mulher nunca vai sair da minha memoria, o lindo corpo dela sendo entregue, sendo explorado, ela com as pernas abertas, com o corpo todo nu sendo alisado por ele me fez sentir muito ciumes, ele estava estava fazendo amor com a minha mulher e ela se entregando e amando ele, ele chupava seus seios enquanto ela parecia voar entre as nuvens.
Depois de ficarem por um bom tempo assim pude ouvir a respiração dela ficar mais forte e os gemidos maus intensos até que ela se contraiu em um orgasmo de dar inveja. passados alguns instantes ele disse que queria o que ela tinha prometido,ela entao com um sorriso lindo e encantador saiu lentamente debaixo dele, colocou um travesseiro no meio da cama e com uma sensualidade indescritivel deitou-se de bruços, com o travesseiro embaixo da sua cintura ficando com aquela bunda maravilhosa empinada, como uma escultura. Ele caiu de boca e começou a lamber o cuzinho dela deixandi ele todo babado enquanto ela se mexia lentamente, logo depois se posicionou sobre ela que levando a mao para tras conduziu o pau dele para a entrada du seu cuzinho, ela passava o pau dele p cima e p baixo deslizando entre a vagina e o anus ate que parou no anus e disse que ja nao aguentava mais, entao ele forçou seu corpo e o pau dele desapareceu dentro dela enquanto ela soltava tido o ar dos pulmões, gemendo, num longo suspiro de prazer. Ele meteu nela, desta vez sem dó, via as mãos dela agarrando e apertando os linçóis para suportar a dor ate que depois de bater com muita força contra a bunda dela por uns cinco minutos ele, rapidamente virou ela de barriga p cima e encolhendo as pernas dela penetrou novamente na vagina e logo teve um longo orgasmo.
Ele se debruçou sobre ela e ficou ali com a cabeça sobre os lindos seios dela, acariciando-os enquanto ela acariciava seu corpo. Pouco depois ele retirou seu pau da bucetinha dela e eu pude ver a porra escorrendo em direçao ao seu anus. Nisso ela disse q ele nao precisava ter maltratado tanto assim o cuzinho dela e ele respondeu que o tesao era muito porque ela demorou para dar o cuzinho p ele.
Ele começou a zombar de mim e dizer que havia conquistado ela e entao ela respondeu:
-Eu amo o meu marido e vc só é bom na cama, quando estou c vc na cama fecho os olhos e faço de conta que é com meu marido q estou fazendo amor.
Isso me fez entender q ela somente procurava nele o q eu nao estava dando para ela.
Sai de mansinho e voltei pro trabalho, nao viajei naquele dia e ao chegar em casa a noite ela me recebeu com um sorriso lindo como sempre.
Agarrei ela e levei para o quarto, tirei a roupa dela e caí de boca naquela bucetinha que edtava toda limpinha e cheirosa, fiz ela gozar loucamente e depois dei meu pau pra ela mamar de um jeito bem cafajeste e fiz amor com ela me deliciando com aquele corpo perfeito fazer ela gozar novamente e até eu gozar dentro da vagina dela e desabar exausto sobre seus seios. Ela me abraçou e me acariciou dizemdo que me amava. Senti a sua voz embargada pela culpa porém fiz de conta q não percebi nada.
Desse dia em diante faço amor com ela todos os dias, é claro que as vezes preciso deixar de lado as preocupações do trabalho, pois me dei conta de que aram as preocupações do dia a dia que me fizeram descuidar da minha mulher.
Arrumei ume desculpa e fiz ela ficar uns dias na casa da mae dela, entao instalei algumas cameras escondidas pela casa, especialmente no quarto e pelo telefone acompanhei tudo o q acontecia em casa, pude presenciar mais algumas traições dela c o mesmo cara, mas como eu estava fazendo melhor do que a encomenda ela dispensou ele e hoje sou eu que faço ela sentir todos os dias aquilo que presenciei ela sentindo aquele dia c aquele cara.
As vezes depois de fazer amor ela me abraça e chora baixinho, sei que é de arrependimento, mas jamais vou cobrar isso dela. Compreendi que o que segura o gado no pasto nao é a cerca e sim o próprio pasto!
Hoje me sinto seguro e sei que faço minha mulher feliz...


Deixando o amigo do meu filho me sodomizar.

Deixando o amigo do meu filho me sodomizar.

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Sou a Vanessa, separada há nove anos e vivo com meu filho. Morena, cabelos lisos e curtos, no estilo Chanel, 1,70m, 58 kgs. sem muito esforço, apesar de quarentona.
Meio magra, mas a mãe natureza deu carnes onde se faz necessário. Nos seios ainda firmes e bumbum roliço, pernas bem torneadas. Coroa com rosto de menina. Muitos leitores viram minhas fotos e podem confirmar (ou desmentir) nos comentários. Rs.
Beto, meu filho, é meio nerd e ao invés de esportes ao ar livre, prefere atividades indoor. Desde adolescente pratica xadrez e há muito tempo, está ranqueado a nível estadual. Volta e meia, seus amigos do clube de xadrez frequenta nossa casa.
Entre eles, Renan chamou minha atenção. Nem tanto pela aparência física, já que não é bonito. Jovem, moreno, uns vinte e poucos anos, branquinho e magro. Os óculos lhe dão ar de intelectual mauricinho. Talvez o olhar, furtivo quando encarado, porém, penetrante e desejoso sobre mim.
Alguns mais íntimos me beijam no rosto com firmeza. Ele porém, mal roça os lábios em minha face ao cumprimentar. Como mulher experiente, percebi seu interesse, por mais que ele procurasse disfarçar. Libertina como sou, nas conversas com os rapazes, sempre soltava piadinhas maliciosas, enquanto fingia aconselhá-los, tipo cuidados com camisinhas, maridos e pais violentos, higiene no anal e outras besteiras.
Os garotos riam e alguns, como sempre até davam cantadas indiretas. Só Renan ficava serio, sem chegar perto do limiar entre a brincadeira e desejo oculto. Quando passava dos limites, meu filho intervia cortando o assunto. Na verdade, todos homens gostam de jogar verde na esperança de colher um maduro.
É da natureza humana. Joga-se na loteria sabendo que a chance de ganhar é ínfima. Porém, isso possibilita sonhar com o prêmio se contemplado. Assim também é a ¨cantada de brincadeira¨. Numa dessas...
- Pô, Beto, se minha mãe fosse enxuta assim, eu ficava de olho...
Dizia um. Outro emendava:
- O dia que você quiser um padrasto, eu sou candidato!
Eu simulava indignação, mas no fundo aquilo mexia com meu ego. Qual mulher não fica lisonjeada em ser desejada por tantos garotões com a metade da nossa idade? Nessas situações, meu olhar sempre procurava observar Renan, que tentava se manter alheio, impassível.
Será que ele era mesmo indiferente? Ou eu estava me achando, supondo que seus olhares o traia? Resolvi tirar a dúvida. Tenho uma saia bem curta, daquelas de usar com short por baixo. Nunca tive coragem de usar para sair na rua. Só usei dentro de casa e em dias quentes no verão.
No sábado, quando os rapazes vieram para os jogos de xadrez, coloquei a tal mini saia. Meu filho e três rapazes estavam jogando na mesa de jantar. Sem espaço, Renan e um outro, foram jogar na sala de estar, colocando o tabuleiro na mesinha de centro.
Como sempre faço, sentei num sofá ouvindo músicas com fone de ouvido. Fingia estar compenetrada na música, porém, de olho no rapaz. Várias vezes flagrei seu olhar em minhas pernas. Resolvi ousar mais. Fui ao banheiro e tirei a calcinha.
Depois de servir refrigerante a todos, voltei para o sofá, dando uma ajeitada nele para que ficasse de frente para o Renan. Coloquei os fones e aparentando estar compenetrada nas músicas, fui me relaxando no sofá, indo para a frente, fazendo a saia subir, mostrando mais as coxas.
O garoto não tirava o olho delas. Abri um pouco as pernas, mostrando cada vez mais a virilha. O rapaz que jogava com Renan não percebia nada por estar de costas para mim. Ele se abaixava na tabuleiro para mover as peças, contudo, o cenho franzido demonstrava que o alvo do seu olhar era para o vão entre as minhas pernas.
Ficamos nesse jogo, eu toda inocente mal intencionada. Rs. Era divertido seu esforço em tentar ver mais e mais. Para atendê-lo, eu às vezes me mexia no sofá, abrindo mais as pernas. Acho que ele percebeu que eu estava sem calcinha. Talvez deva ter visto minha racha depilada.
Quando havia poucas peças no tabuleiro, tirei os fones, me levantei e fui olhar, perguntando quem estava em vantagem. Renan estava perdendo feio e acho que nem estava se importando com isso. Me aproximei dele, eu de pé e ele sentado. Me debrucei sobre a mesinha, como analisando o jogo. Encostei ¨acidentalmente¨ o baixo ventre na ponta do seu ombro esquerdo.
Renan tombou seu rei, reconhecendo a derrota. Aproveitei para pedir a ele que me ajudasse a preparar os lanches. Peguei em seu braço e quando o puxei, dei um jeito de esbarrar a costa da mão em seu pinto. Deu para sentir que estava duro como pedra!
Praticamente o arrastei até a cozinha. Agora eu tinha certeza que era tesão mesmo. Alguém disse que o desejo não tem hora e nem lugar. Vem assim, sem mais nem menos. Como uma predadora eu tinha escolhido a minha caça. E não ia deixar escapar.
Na cozinha, Renan ficou parado aguardando ordens. Peguei o pão e tirei da geladeira a manteiga e presunto. Ele se afastou para dar passagem. Me aproximei da mesa, ficando de costas para ele, que mantinha certa distância. Empinei o bumbum e fui ao seu encontro.
Surpreso, o rapaz ficou parado. Rebolei o quadril, me encaixando melhor. Nessa hora, dissipadas as dúvidas, Renan agarrou minha cintura e de forma firme se atracou no meu traseiro. Senti quando os lábios ávidos beijaram meu cangote. Me virei de frente para ele.
Com um olho na porta, deixei que me beijasse. Com a mão procurei seu volume que forçava a braguilha da calça. Acariciei enquanto ele também tentava enfiar a mão por baixo da minha saia. Ficamos ali nos beijando loucamente, ele já tocando meus seios, querendo abrir a blusa.
- Não, agora não. Dá um jeito de sair e me espere lá na rua.
Renan se despediu dos outros e saiu. Depois de algum tempo, para não despertar suspeitas, disse que ia na casa da Rita, uma amiga. Saí para a rua e fui caminhando. Logo Renan chegou com seu carro. Tentou me beijar ali e eu não permiti. Afinal preciso manter as aparências de ¨dama de respeito¨. Fomos para um motel.
Foi entrar no quarto e ele me atacar, louco para consumar a relação. Não reagi a seus arroubos de tesão, tipico dos jovens. Foi tirando minhas roupas alucinado e se livrou das dele, mais rápido ainda. A ansiedade e o desejo talvez fosse porque não acredita no que estava acontecendo, ou o medo de que eu desistisse, imagino eu.
Ao nos beijarmos na cama, senti seu membro tentando penetrar a pombinha. Tive de empurrá-lo e mandar colocar o preservativo. Acabei tendo de ajudá-lo a encapar o catatau.
Sei como são os meninos. Na primeira ficam ensandecidos e querem meter e bombar. A vantagem é que após o primeiro gozo, a recuperação é rápida. Passado a pressão inicial, na segunda vez é que se obtém o prazer. Assim, me deixei levar.
Como uma boneca inflável, fiquei ali inerte, de pernas arreganhadas e por baixo, entregando meu corpo e carnes para saciar seu desejo. Renan colocou tudo e estocou com vontade, como um macho que tinha uma das raras ocasiões para cobrir uma fêmea.
Sua respiração ofegante aumentou de tom e ritmo, demonstrando todo prazer e a proximidade do gozo. Percebi o clímax ao sentir a socada final, profunda e a rigidez dos seus músculos dos braços e coxas. Apenas o membro pulsava dentro de mim, soltando esperma aos borbotões.
Enquanto seu corpo mole e saciado pesava sobre mim, a respiração normalizando, eu sabia que era hora de mostrar como se faz o sexo, de forma intensa, madura e gratificante. Movi os músculos vaginais, apertando seu falo, como numa ¨mastigação¨, ordenhando o resto do sêmen do canal seminal. Enlacei seu quadril com as pernas, trazendo mais para dentro de mim, colocando meu corpo ao dele, transmitindo meu calor de fêmea possuída enquanto acariciava suas costas.
Ficamos assim até que seu espeto, meio mole, foi escorregando para fora de mim. Sei que após ejacular, a glande fica muito sensível. Assim, nos viramos, agora com ele de costas para a cama. Sentado em suas pernas, abocanhei o pingulin, limpando com a boca, num boquete demorado. O negócio do rapaz ficou totalmente rígido outra vez.
Passou a meter em minha boca, enquanto soltava gemidos roucos de prazer. Até que acabou gozando fartamente. Como boa apreciadora de leitinho, bebi tudo, com cuidado de passar a língua na cabeça e sugar a ponta. Acho que a sensação foi tão incrível que Renan chegou a tremer.
No sábado seguinte, com os rapazes jogando xadrez em casa, eu notava o olhar de adoração do Renan, igual a de um fiel fanático por um ser divino. De tão absorto, chegou a ter a atenção chamada pelos outros, por estar em alguns momentos com a cabeça ¨na lua¨. Ah, se eles soubessem a razão...
Por instantes passou pela minha cabeça, se os outros soubessem a verdade. Ia ser uma tremenda encrenca em casa. Por outro lado, até que para uma libertina como eu, não seria tão ruim satisfazer todos os outros meninos. Se vou envelhecer, deveria aproveitar enquanto sou apetitosa. Ou será que ainda assim, seria uma ridícula tarada? Quando passarem dos quarenta, muitos irão entender o que estou dizendo.
Quando ninguém estava notando, fiz sinal para Renan ir para a cozinha. Longe dos olhos dos outros, já me agarrou e procurou me beijar, enquanto cobrou:
- Puxa, fiquei a semana inteira esperando uma ligação sua.
- Eu liguei, mas quem atendeu foi um outro, sei lá, acho que anotei o numero errado.
Pura mentira. Na verdade quis evitar ou talvez quisesse aumentar sua ansiedade e desejo. Sei lá. As vezes faço coisas que nem eu mesma sei porque. Ele pegou uma caneta e anotou novamente seu numero num pedaço de papel. Enfiei o papel pelo decote da blusa, guardando dentro do sutiã.
No dia seguinte, um domingo, meu filho foi para o clube do xadrez. Eu sabia que Renan estava lá também. Liguei para ele e pedi que viesse na minha casa. Não deu meia hora, ele já estava tocando a campainha.
Em vários relatos que li, a maioria dos rapazes narram como marcante suas primeiras experiências. E entre elas, principalmente a anal. Talvez porque poucas mulheres praticam, por medo ou preconceito. Eu mesma era uma delas. Se o rapaz já tinha me possuído, então que me possuísse por inteira, para jamais me esquecer. Pode parecer arrogância de minha parte, mas era isso mesmo que eu sentia.
O recebi já nua, apenas com uma camisola preta e sapatos altos da mesma cor. Tinha feito até lavagem ali atrás, além de deixar o camisinha e gel lubrificante na cabeceira da cama, discretamente escondido, mas facilmente ao alcance da mão. Com tipico ardor juvenil, ele já foi se despindo, todo afobado.
A ferramenta dura e pronto para me penetrar. Só que dessa vez, teria que ser uma aula de sexo. Como boa professora, freando seus instintos, deitei na cama e disse:
- Você conhece aquela máxima do é dando que se recebe?
- Como é que é?
- Pois é, o negócio é o seguinte, dois pontos. Além do pinto, você tem outros instrumentos de prazer e tem que usar.
- Usar? Usar o que?
- A boca, a boca. Como eu fiz. Foi bom?
- Nossa, foi demais aquela sua chupada!
- Então, faça o mesmo em mim. E se caprichar bem, te dou o... cu-zi-nho.
Falei a ultima palavra de forma bem acentuada, carregando nas sílabas lentamente. O impacto foi mais forte do que mesma tinha imaginado. Caiu de boca na ostrinha, chupando de forma desordenada, porém com muito entusiasmo. Aos poucos fui sentindo prazer. Mesmo com sua falta de prática, quando notei, estava gemendo, empurrando o baixo ventre ao encontro do seu rosto. Tive meu primeiro orgasmo.
Renan continuava mamando na minha bocetinha, todo compenetrado na tarefa. Passei a orientar melhor, como usar os lábios e a língua e em quais pontos tocar. Procurava demonstrar reações de prazer nas partes que me agradava mais. O garoto levava jeito para se tornar um bom amante. Depois um novo clímax, desta vez sem que eu conseguisse controlar minhas reações, já desvairada agarrando seus cabelos. Foi quando me perguntou:
- O lance do cu está mesmo valendo?
Nem respondi. Apenas peguei o preservativo e coloquei no seu falo. Peguei o tubo de gel lubrificante e joguei bastante em cima. Com o dedo, espalhei em toda extensão, cuidando para deixar bastante na ponta. Fiquei de quatro, coloquei o travesseiro sob o ventre, empinei as nádegas, abrindo os montes com as mãos.
O contato gelado da cabeça untada com gel fez eu involuntariamente, contrair o anelzinho. Procurava relaxar quando senti a forte pressão. Como entortava e não entrava, disse para ele:
- Pegue no seu pinto e segure.
Rebolando e empurrando a bunda para trás, fiz entrar. Dessa forma nem doeu. Movendo o rabo para a direita e esquerda, tentava controlar a penetração quando senti que ele empurrou. Acabou entrando quase tudo! Algo que alguém experiente jamais faria, já que o segredo está em deixar o fiofó ir dilatando e acostumando com o invasor.
- Calma! Vai devagar!
Protestei. Era sua primeira vez e tinha que dar um desconto nisso. Enquanto ele empurrava e tirava devagar, procurei me concentrar nas sensações. O entra e sai causa prazeres diferentes do sexo vaginal. É algo esquisito e gostoso a pressão que o charuto de carne dura causa.
É quando vem o desejo de mais e mais. Talvez por isso seja viciante e quem não experimentou, recomendo que provem. Com a mão toquei meu grelhinho, numa siririca lenta e quando dei por mim, já manipulava o clitóris à toda, enquanto pedia que ele aumentasse o ritmo.
- Vai, mete mais, mete rápido. Vai, põe mais, põe tudo, vai! Ahh, vai, come gostoso meu cu, vai! Vai, vai, mete! Ahh, me come, ahh, me rasga inteira!
Nem sei mais o que disse. Só sei que nessa hora ficou maluca, desvairada. É quando o êxtase se aproxima. Um orgasmo com o cuzinho preenchido. Renan por sua vez soltava gemidos roucos de prazer. Ele também passou a falar coisas pornográficas:
- Gostosa! Gostosa, puta que pariu! Demais, gostosa, que cu apertado, gostosa!
E repetia as mesmas coisas sem parar. O ritmo das bombadas era frenético, judiando do meu loló. Suas mãos apertavam meu quadril como garras, enquanto metia forte e fundo, amassando os montes da minha retaguarda, tentando fazer o tarugo entrar como dizem até o talo. Acho que ele gozou, porque passou a gritar palavrões e depois deu uma parada.
Quase no clímax, ordenei:
- Ahh, ahh, não para, ahh, vai, vai, ahh, não para.
Mexia o quadril ensandecida. Ele recomeçou as estocadas e foi quando cheguei ao orgasmo. Incrível quando isso acontece. Parece que somos levadas a outra dimensão, o corpo fica rígido e os buraquinhos piscam. Milhões de agulhas parecem picar toda a pele. Sensação que dura alguns segundos antes da fraqueza que toma todo o corpo.
Me deixei cair com Renan ainda metendo sem entender o que acontecia comigo. Ao perceber minha parada, soltou todo seu peso, ainda profundamente entalado em mim. Com a respiração ainda alterada, contrai o orifício, massageando a pistola que me sodomizara.
Pedi que tirasse devagar, saboreando a saída, outro momento de prazer. Os músculos ajudam a expulsar o corpo estranho, reação instintiva. O garoto parecia não querer que aquilo terminasse. Quando estava prestes a sair, ele voltava a empurrar tudo novamente.
E começava o processo de expulsão outra vez. Descobri que aquilo também era muito gostoso. E todo vez que fizer anal, vou repetir a brincadeira. Em cada relação, sempre acabamos aprendendo alguma coisa.
No sexo vaginal, o tamanho é o de menos. A grossura já faz a diferença. No sexo anal, apesar do temor, fica a vontade de receber sempre algo de cilindro maior e principalmente, quanto mais comprido melhor. Sei lá se é apenas fantasia. Só experimentando para saber.
Renan agora anda querendo sempre. Fica ligando, pedindo e implorando. Por ele, seria furunfadas diárias. E em todas as vezes, quer fazer atrás também. Estou tendo um trabalhão para controlar seus arroubos e desejos. Já chegou a dizer que está apaixonado por mim.

Vou ter que dar um basta nisso, terminando sem magoá-lo. Tudo que não quero é envolvimento. Sou assim, uma predadora libertina...

A Escolha

A Escolha


Foda gravada
Meu nome é Michele e o que vou relatar aconteceu com um casal jovem de amigos meus o Marcus, Felipe e a Daniela. Bem eu inicialmente a Daniele, estudamos juntas e até na faculdade permanecemos com as nossa amizade, ela é uma garota legal, simpática e muito linda, possui bastante corpo e no mais posso dizer que sempre foi uma menina quieta, caseira e isso em si nunca mudou, ainda no ensino médio ela conheceu o seu namorado o Felipe nesse período ela estava com 15 anos e ele 18 e mesmo sendo o primeiro namorado ambos estão juntos até hoje, ela sempre foi de me contar tudo e não foi diferente quando ela disse que tinha transado com ele, na ocasião ela disse que não foi sua melhor experiência, disse que ele também era virgem e quando começou a comer ela não parou de meter mesmo com ela chorando porque estava sentindo dor, aos poucos e com o tempo foi melhorando e quando eu perguntava ela dizia que ele era bem safado e estada metendo nela direito.
Depois de algum tempo a Daniela e o Felipe resolveram juntar dinheiro para ter uma reserva pra poder sair, viajar e falavam até em casar. Ele trabalhava como estagiário em uma empresa e ela como auxiliar de secretaria como temporária, até que um determinado dia se viu chegando o fim do seu contrato e foi falar com o seu chefe o Sr Marcus pra saber se ele tinha intenção de renovar seu contrato, a resposta que teve foi a seguinte:
-Daniela, você é muito esforçada, mas no momento só abriremos uma vaga para assinar a carteira de trabalho e além de você tem mais outras 6 pessoas e ainda veremos como escolher.
Daniela respondeu:
-Senhor Marcus não há nada que eu possa fazer?
Nesse momento ela me disse que ele parou sem falar nada por alguns instantes até que disse:
-Pensarei o que posso fazer e falo com você mais tarde por e-mail.
Lembro que já era quase meia noite quando recebo da Daniele pelo Facebook uma mensagem dela dizendo que o Sr. Marcus tinha respondido e que ela não sabia o que responder, eu perguntei sobre o que ela estava falando e ela foi me explicar que estava quase perdendo o emprego e que o chefe dela ia pensar o que podia fazer pra contratar ela, até ai normal, foi quando eu perguntei qual era o problema e ela respondeu: ele pediu pra guardar segredo, mas confessou que em outras ocasiões já havia “pensado em mim” quando estava sozinho e como faltava uma semana pra terminar o contrato se ela quisesse continuar teria que transar com ele em um motel, mas tinha um detalhe ela teria que levar alguém pra somente observar eles fazendo, logo após ela teria garantido um emprego de secretaria executiva e poderia retornar ao trabalho depois das férias, além disso, ele iria ocupar outro cargo em outra cidade e sendo assim eles dificilmente se veriam. Perguntei a Daniele o que iria fazer e ela respondeu dizendo que não sabia e perguntou o que eu achava, respondi que entendia o lado dela e estaria ao seu lado no que ela decidisse, conversamos muito e ela disse que faria desde que eu fosse com ela, pois precisaria de uma justificativa pra dá ao namorado dela.
Tudo foi marcado e ficou acertado de que a Daniela iria dizer pro Filipe que dormiria na minha casa e combinou que o Sr. Marcus (tinha uns 35 anos), pegaria a gente em um local próximo. Quando chegou a hora Daniele saiu do quarto em um vestido vermelho e uma maquiagem de leve, estava linda, eu fui com uma roupa discreta afinal não queria chamar atenção e nem ser reconhecida entrando em um motel. Fomos ao lugar marcado e no exato momento seu Marcus aparece no carro e ao entrarmos Daniele sentou na frente e eu atrás, ele me cumprimentou e depois perguntou se estava tudo bem com nós, até ai tudo tranquilo apesar do forte clima de tensão, ao chegar ao motel entramos em um quarto que tinha duas cama divididas, em uma havia uma porta de vidro que separava da outra, um sofá no meio do quarto de frente pra televisão e outra cama redonda, assim que entramos seu Marcus pediu que eu observasse na cama com as portas fechadas.
Eu entrei e fechei a porta, nesse momento ouvi seu Marcus ligando a TV e colocando um filme e sentou no sofá, pediu que a Daniela fizesse o mesmo, ela não falava nada, apenas observava, logo após, um filme pornô começou a passar eu podia ver seu Marcus tentando passar a mão na perna dela, mas imediatamente era tirado pela Daniela, até que ele disse:
-Estou com calor, me deixa tirar essa blusa - nesse momento ficou apenas de calça.
Não demorou muito ele começou a aperta seu pau por cima da calça até que resolveu tirar e ali do lado da Daniela começou a se masturbar, ela não falava nada, apenas olhava pra até que ele começou alisar os cabelos da Daniele, nesse momento eu sabia o que viria, não demorou muito ele forçou a cabelo dela contra o pau dela, ela tentou resistir, mas foi em vão, nesse momento ele disse:
-você veio aqui pra trabalhar sua primeira função é deixar esse pau liso.
Eu fiquei espantada em ver, mas ao mesmo tempo dava um tesão, ela chupava e ele segurava com tanta força a cabeça dela que parecia que ia estourar e nisso um filme de putaria passando, depois de alguns minutos ele disse:
- Vem cachorra, quero te comer na cama o corno do seu namorado merece ao menos esse respeito com você.
Daniela sempre me olhando, acho que ainda com vergonha, nesse momento seu Marcus tira sua roupa e coloca-a de quatro, logo após de tira a roupa dela, quando ele ver o corpo dela nu, parece ficar doido e começa a penetrar ela, bate em sua bunda chama ela de puta, a voz da Daniela que se resumia ao silêncio começa a dar lugar ao gemido
-Geme cadela, geme, nossa como você é gostosa! Não sabia que vc era tão boa assim como puta.
Daniele só gemia:
- Ai, ai, ai, esta doendo, esta doendo
Daniel:
-Cala boca e aguenta piranha.
Ao ver os dois transando o tesão só aumentava, mas pra eles eu nem existia, aquela cena do Seu Marcus quase que acabando com a Daniela me deixava sem ar.
Quando passou um tempo ele disse:
- De joelho, agora!
Daniela vendo que ele gozaria ainda tentou evitar dizendo:
-Não Marcus na minha cara não, só o Felipe pode.
Ele respondeu enquanto se masturbava
-Felipe é corno e você uma prostituta.

Nesse momento um jato de goza no rosto da Daniela, ela tento esquivar, mas foi em vão, seu Marcus segurou sua cabeça e Fez questão de gozar no rosto dela. Ao terminar a chamou pra banhar e deu dois tapas em sua bunda até chegar ao banheiro, após banharem ele se propôs a pagar um taxi pra deixar a gente em casa, desde esse dia não vimos ele mais e Daniela conseguiu seu cargo, ela não comentou mais nada sobre isso, aço que uniu o útil ao agradável.

sábado, 24 de outubro de 2015

Dei para o negão na frente do meu marido

Dei para o negão na frente do meu marido



Oi todo mundo sabe a tara que tenho por negões mas nunca tive a oportunidade ate que um dia eu vendo filme de negões e dp meu marido perguntou o que achava de dar para um Negrão eu aceitei na hora pois sempre tive essa vontade e ainda pelo tamanho dos cacete deles procuramos na net e achamos um Negrão e conversamos com ele que aceitou na hora mas disse que teríamos que pagar falamos que tudo bem cobrou 150,00 para um Negrão vale a pena pagar meu marido disse que so iria tirar foto e não iria participar achei legal e fomos para o crime fomos para a casa e ligamos para ele que logo chegou me abraçou comprimento meu marido e já caiu de boca em mim me chupava todinha e eu ali querendo ver seu mastro preto , tirou seu cacete e meti a boca agachada e mamando mas não era grande fique triste mas era preto aproveitei ele e chupava enquanto meu marido ali me olhando eu deliciar com aquele cacete, chupei delicioso pedi para ele me socar que metida gostoso cara forte me pegava de jeito metia ate o talo sentia aquele cacete entrando dentro de min eu branquinha e aquele cacete preto, colocou eu deitada e começou a me socar quando olho para trás meu marido gozando me lambuzou meu peitos todo enquanto o Negrão me metia queria sentir aquele cacete no meu cuzinho ele sentou e eu sentei de frente para ele e enfiei tudo no meu cuzinho e cavalgava gostoso com meu cuzinho todo atolado com aquele cacete eu já estava toda gozada pois meu marido gozou no meu peitos eu gozei gostoso naquele cacete pedi para ele gozar na minha cara chamei meu marido e ele ficou olhando eu me lambuzar com aquele cacete preto gostoso, ele gozou tudinho enchi minha boca de porra gostoso, pagamos ele e foi embora meu marido me perguntou o que tinha achado disse que esperava mais, queria um cacete grande e preto mas foi bom, ele disse que foi um tesao vendo eu dar para um preto que não resistiu e teve que gozar, foi bom .

O NEGRÃO E A POMBA GIRA

O NEGRÃO E A POMBA GIRA

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Mona está de volta 
Uma figura esguia, de óculos escuros e bengala na mão, apareceu na soleira da porta. Não era tão bonita de rosto quanto a loira Veruska, mas sua beleza chamava atenção pela esbeltez.
- Boa noite. Espero não ter interrompido o coito. Mesmo assim, peço desculpas à nossa visitante - disse a cega, enquanto tateava para fechar à chave a porta.
- Essa é minha irmã Lavínia - Disse Veruska, sem se preocupar que estava nua, depois cochichando ao ouvido de Mona que a cega era capaz de sentir longe o cheiro de sexo que exalava da sala. Decerto, sentira também o cheiro de um novo perfume, denunciando que a loira não estava só.
Mona sentia-se envergonhada, apesar de haver percebido logo que a recém-chegada era cega. Procurou vestir-se devagar, para que a outra não percebesse. Lavínia aproximou-se dela, antes disso, e tateou seu rosto, ainda encharcado de esperma, com ambas as mãos. Disse que Mona era uma mulher muito bonita. Sem pedir licença, tateou também seu corpo. Tocou-lhe os seios ainda eriçados, sentiu o sêmen também espalhado pelo ventre e levou a mão à boca, lambendo os dedos. Aprovou o gosto. Disse que reconhecia o cio da irmã. Veruska beijou-a na boca. Foi correspondida com um beijo de língua. Também era a primeira vez que Mona via irmãs se beijando na boca. Mas não fez nenhum comentário.
Pouco depois, todas estavam à mesa, jantando. Foi só o tempo de Lavínia tomar um banho rápido. Voltou do banheiro nua e começou a se servir como se não tivesse nenhum problema de visão. Mona olhava admirada para ela. Veruska explicou que ela era cega de nascença e que aprendeu cedo a ser independente. Convesaram sobre trivialidades. Depois, Mona fez questão de lavar a louça e Veruska foi ajudá-la a enxugar. Continuaram batendo papo, quando Lavínia pediu licença para retirar-se pro seu quarto. O assunto agora era o namorado de Veruska.
Chamava-se Roberto, era um cirurgião renomado, e haviam-se conhecido quando ela procurou ajuda médica para retirar o "pênis", anos atrás. Ele a demoveu da ideia. Ela queixou-se de nunca haver tido sequer um namorado, envergonhada da sua anomalia. Para a sua surpresa, ele a pediu em casamento sem nem mesmo conhecê-la. Passaram, então, a se encontrar com frequência. Como ela não conseguia gozar pela vagina, ele aceitou ser penetrado. Certa vez ela lhe confessou ter uma fantasia: ser chupada enquanto ele a enrabava. Dias depois, ele levou-a a um chupódromo muito frequentado pela sociedade médica. Mas o local acabou sendo fechado pela polícia. Foi quando conheceram a enfermeira cujo telefone estava com Mona. No entanto, nunca a tinham visto.
Falavam-se por telefone, marcando o encontro. Combinavam a cabine. A quantia paga pela chupada também era previamente acertada. Ela dizia que era grana extra, complementar ao seu baixo salário. Encontravam-se, ao menos, duas vezes por semana. A enfermeira chupava maravilhosamente bem, mas Veruska assegurou que Mona era melhor. Beijou-a na boca, ao dizer isso. Mona retribuiu-lhe o beijo. Já não sentia repulsa ao ato sexual lésbico. Se bem que o que lhe causava furor de desejo era seu "pau" de cabeça enorme. Aí Lavínia apareceu na cozinha vestida com uma roupa vermelha de Umbanda.
- E então, mana, vai poder me levar pro Terreiro? - Perguntou Lavínia, sem os óculos escuros, deixando ver seus olhos totalmente brancos - Hoje temos uma convidada. Adoraria que ela fosse conosco.
Mona nunca havia ido a um culto desses. Ficou curiosa. Perguntou se podia ir vestida de Jeans e blusa e a resposta foi afirmativa. Terminaram de guardar a louça e foram se aprontar. Menos de meia hora depois, Veruska ia indicando o caminho, sentada na frente com Mona. Lavínia, acomodada no banco de trás, estava calada como se estivesse concentrada. Já Veruska não parava de falar, explicando algumas coisas da Umbanda. Falava dos Orixás com a sabedoria e segurança de quem conhecia bem o assunto. Mas jurou que jamais incorporou nenhuma entidade.
Pouco depois, ouviram distante o rufar dos tambores. Estavam chegando. Lavínia começou a estremecer, como se estivesse recebendo algum espírito. Mona olhava pelo espelho retrovisor a transformação da mulher. Esta passava a mão nos cabelos, como se estivesse penteando-os. Tinha uma expressão facial muito charmosa. Estava radiante e linda. Nem parecia a apática ceguinha. De repente, quando Mona reduziu a velocidade do veículo, ela saltou do carro e caminhou seguramente em direção aos toques surdos no Terreiro. Parecia que enxergava perfeitamente. Já nem usava bengala. Ouviu-se uma salva de palmas. Era o povo da Umbanda anunciando sua chegada.
A reunião era num grande quintal de uma casa pobre. Um grupo tocava rústicos instrumentos musicais, enquanto mulheres e homens vestidos de branco dançavam no centro da roda. A maioria era de mulheres que bebiam aguardente ou outra bebida qualquer. Numa grande mesa ao centro, estavam as oferendas: frutas, aguardentes, vinhos, comidas diversas, principalmente carnes assadas. Lavínia entrou na roda e caminhou direto para a mesa. Ofereceram-lhe champanhe fino, mas ela disse preferir licor de anis naquele dia. Alguém encontrou uma garrafa e deu a ela. Caminhou até um grupo de pessoas que assistiam o culto e meteu a mão no bolso da camisa de um negro bonito, todo de branco, que lhe sorria. Retirou de lá um maço de cigarros importados. Tirou um cigarro e o negro acendeu-o gentilmente para ela. Agradeceu com uma baforada no rosto dele. Também apalpou-lhe o sexo por cima da calça. Na outra mão, uma taça de cristal quase cheia de licor de anis. Então voltou-se para Mona, que acabava de chegar.
- Tá aqui, sua putinha vadia? - Disse a mulher, incorporada pela Pomba-gira. Tinha agora o rosto deformado, como se estivesse com ódio.
Mona espantou-se. Olhou em volta, como se aquilo não tivesse sido dito com ela. Mas todos a miravam, enquanto a Pomba-gira se aproximava dela. Mona recuou, mas a outra apressou os passos e agarrou-a pelo braço. Depois fitou-a com o rosto bem colado ao dela e disparou a pergunta:
- Cadê o livro que dei pra tu guardar? - Disse apertando fortemente o braço de Mona - Que fim tu deu a ele?
Mona não sabia do que ela estava falando. Ficou com medo. Não entendia a agressividade da nova amiga, que mudara tanto assim de repente. Tentou se desvencilhar da mão que a prendia como garras, mas a outra deu um grito pavoroso. Agora a cega tinha os olhos totalmente vermelhos e estava aterrorizada. Soltou o braço de Mona e arrancou as próprias vestes com as duas mãos.
- Fogo! Fogo! Esta desgraçada trouxe o fogo do Inferno com ela! - Urrava a entidade, deixando o corpo nu à mostra. De repente, olhou novamente furiosa para Mona, e seus olhos estavam totalmente negros. Passou a falar com voz rouca, típica de homem:
- O meu livro, puta. Aquele que te dei, que você fornicava toda vez que escrevia nele. Não consigo mais visualizar teus desejos. O que você fez com ele?
Mona começou a lembrar-se em flashes. Via um livro velho, com capa de couro, onde se lia Os Contos de Mona, em letras douradas. Visualizou-se copulando com vários homens ao mesmo tempo. Conhecia todos, mas não sabia seus nomes. Um rosto negro, familiar, fodia com ela com muito amor. Lembrou-se da aliança que usava na mão esquerda. Aí a Pomba-gira tocou com a ponta dos dedos em sua testa. Começou-lhe a subir um fogo intenso, vindo das próprias entranhas. A entidade também pareceu ter sentido tal fogo, pois deu um grito agoniado. As roupas de Mona pareciam estar em chamas, queimando-lhe a pele fina. Ela arrancou-as todas, rasgando-as e caindo de joelhos depois.
Então a Pomba-gira chamou para perto de si o negro do qual havia pego o maço de cigarros. Este aproximou-se, exibindo um sorriso bonito de dentes alvíssimos e brilhantes. A Pomba-gira arriou-lhe as calças e cueca, deixando um caralho escuro à mostra. A rola do cara era bem mais preta do que o resto do seu corpo. Ainda ajoelhada no chão, Mona olhou para cima. A glande apontava para a sua testa, pois o negrão era bastante alto. Ajudou-a a levantar-se, tocando com a mão em seu queixo. Pegou Mona nos braços e carregou-a até a mesa de oferendas, observados por todos. Retirou de um só movimento boa parte das comidas que entulhavam a mesa, derrubando-as no chão. Deitou Mona no móvel e abriu-lhe bem as pernas. Meteu o corpanzil na abertura e começou a beijá-la na boca. Depois desceu ao pescoço.
A cada toque dos lábios, Mona estremecia. Arrepiava-se toda, tal era o prazer que lhe dava aquela boca quente. Quando aqueles lábios tocaram-lhe os biquinhos dos seios, quase teve o primeiro orgasmo. No entanto, o fogo que lhe ardia as entranhas parecia aumentar mais e mais. Aí ele beijou-lhe a vulva. Mona deu um longo gemido de prazer. Então ele apontou a cabeça da peia para a gruta dela. Penetrou-a com carinho, sem pressa, como se não quisesse machucá-la. O povo começou a bater palmas. Os tambores apressaram seu ritmo, acompanhando os movimentos firmes do cacete entrando na buceta. A Pomba-gira agarrava-se ao negrão, alisando sua costas, lambendo suas orelhas, apalpando sua bunda, ajudando no coito. Aí Mona explodiu num gozo gostoso, demorado. Que foi interrompido quando ele retirou seu pênis, de repente, de dentro dela.
Mona ergueu-se, tentando se agarrar ao corpo dele, implorando por sua rola. Sem dar-lhe atenção, ele virou-a de bruços sobre a mesa, tornando a abrir-lhe bem as pernas. Agora, sem nenhuma delicadeza, enfiou-lhe a trolha na bunda. Ela gemeu de dor. Seu cu ainda não estava lubrificado. Ele nem ligava para as suas lamúrias, como se estivesse possuido. Metia quase com violência no seu rabo. A Pomba-gira masturbava-se, excitada. Quando percebeu que o homem estava perto de gozar, puxou-o de cima de Mona com violência.
- O seu gozo é meu! Não dessa putinha vadia. O seu gozo é só meu - repetia a entidade ainda com voz grossa, masculina.
O negrão empurrou-a para longe e voltou pra cima de Mona, que se contorcia por ter o coito por duas vezes interrompido. Pegou o caralho dele e enfiou-o de volta ao seu cuzinho ainda dolorido. Ele foi empurrando aos poucos, proporcionando a ela um enorme prazer. Quando Mona pensava que já o tinha engolido todo, eis que ele continuava invadindo seu túnel estreito. E parecia mais grosso, pois ia rasgando tudo por dentro dela. Dor e prazer, como adorava sentir numa foda. Levou a mão à boceta, enfiou dois dedos dentro e se masturbou, sentindo aquele caralho maravilhoso invadir-lhe as entranhas bem profundo. Aí a Pomba-gira voltou a tirar seu macho de cima, interrompendo a foda mais uma vez, bem quando já despontava outro orgasmo. Mona abriu desmesuradamente os olhos e a boca, querendo buscar fôlego. Era uma agonia terrível.
Então, não aguentou mais. As imagens ficaram rodando em torno dela, até que finalmente perdeu os sentidos...

Fim da oitava parte